Perguntar não ofende



Ao invés de doar R$ 10 milhões para a candidatura do Rio para ser sede das Olimpíadas de 2016, que dificilmente sairá vencedora, não teria sido melhor que o empresário Eike Batista tivesse destinado esta dinherama toda para ajudar a melhorar a vida de atletas que sofrem com a falta de patrocínio, como a judoca Ketleyn Quadros? Ou então bancar o tratamento da ginasta Jade Barbosa, que sofre com uma lesão crônica no pulso direito?



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