Pequim-08: Seleção feminina de basquete perde na prorrogação e se complica



Está certo que foi feita uma renovação radical na equipe, trocando nada menos do que sete jogadoras em relação às últimas Olimpíadas, em Atenas. Além disso, o time chegou para os Jogos de Pequim sem sua principal cestinha (Iziane), afastada por indisciplina, e sem sua melhor pivô (Erika), contundida. Tudo isso, contudo, não justifica a estréia bisonha da seleção feminina de basquete.

A derrota por 68 a 62 para a Coréia do Sul na prorrogação, após um empate de 55 a 55 no tempo normal, complicou e muito a situação do Brasil nas Olimpíadas. Isso porque as sul-coreanas eram, teoricamente, as adversárias mais fracas que a seleção teria pela frente em seu grupo. E nem delas o time comandado por Paulo Bassul conseguiu vencer. E o que irá fazer diante da Austrália (campeã mundial), Rússia (campeã européia) e até mesmo Bielorrússia e Letônia?

E se levar em conta a quantidade de erros cometidos pelas brasileiras, especialmente no último quarto e na prorrogação, não dá para botar fé no time de Paulo Bassul. Contra a Coréia, foram 29 bolas perdidas ao longo do jogo e somente 35% de aproveitamento nos arremessos de quadra. Lamentável!

Foto: Mamá e Kelly tentam bloquear a sul-coreana Jung Sunmin
Crédito: divulgação



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