Morte de Adílson Nascimento também deixa o basquete brasileiro de luto



A semana tem sido dolorosa para o basquete brasileiro. Após a morte da jovem pivô Michelle Splitter, eis que na noite da última terça-feira, morreu o ex-pivô Adílson Nascimento, aos 57 anos, vítima de câncer. Ele estava internado em Campinas, cidade onde foi enterrado, nesta quarta-feira.

No último mês de outubro, já bastante debilitado, Adílson pôde acompanhar em Campinas a realização de um jogo-beneficente, reunindo algumas das principais estrelas do basquete nacional, para arrecadar fundos e ajudar a bancar parte de seu tratamento de saúde.

Adílson integrou a seleção brasileira durante 13 anos, nos quais participou de três Olimpíadas (1972, 1980 e 84), quatro Jogos Pan-Americanos (1971, 75, 79 e 83) e três Campeonatos Mundiais (1974, 78 e 82). Suas principais conquistas pela seleção brasileira foram a medalha de bronze no Mundial de 78, nas Filipinas e a de ouro no Pan-Americano de 71, em Cali. Adílson Marcou 841 pontos em 117 jogos oficiais.

Adílson Nascimento atuou por alguns dos principais clubes de basquete do Brasil, entre eles Corinthians (onde começou), Palmeiras, Francana, Tênis Clube de Campinas e Vila Nova (GO), por onde foi campeão da Taça Brasil e campeão sul-americano, em 1973.



MaisRecentes

Fora da Odepa, Nuzman precisa se preocupar com o esporte do Brasil



Continue Lendo

Em disputa acirrada, Nuzman tenta presidência da Odepa nesta quarta



Continue Lendo

Em semana decisiva na Odepa, Nuzman ganha cargo em Tóquio-2020, diz site



Continue Lendo