Moncho descobre o velho defeito da seleção brasileira de basquete: a bola de 3



A seleção brasileira masculina de basquete jogou nesta segunda-feira pelo Torneio de Acrópolis, diante da Grécia, em sua preparação final para o Pré-Olímpico Mundial de Atenas, que começa na semana que vem.

Nem perdi meu tempo em ver o jogo. Pra falar a verdade, vi os minutos finais do último quarto. Curtindo férias com a criançada, é melhor assistir Kung-Fu Panda ou Wall-E (que merecerão posts em breve) do que perder tempo com este time do Brasil.

Ainda assim, preciso confessar uma agradável surpresa – após acompanhar os relatos da partida pela internet – ao ver que pelo menos estaa seleção brasileira, que foi menosprezada por várias de suas estrelas, como Varejão, Leandrinho, Guilherme e outros, conseguiu endurecer o jogo para os gregos, atuais vice-campeões do mundo, perdendo por 72 a 65 (41 a 33 no primeiro tempo).

O time brasileiro chegou inclusive a vencer o terceiro quarto (20 a 15). Mas graças a vários erros, permitiu a vitória dos donos da casa.

Ficou claro, porém, que um velho defeito da seleção brasileira continua presente: as falhas nas bolas de 3 pontos. Contra a Grécia, foram somente cinco arremessos convertidos em 22 tentativas (22% de aproveitamento).

A frase do técnico espanhol Moncho Monsalve ao repórter Giancarlo Giampietro, do UOL Esportes, mostra que até o gringo já descobriu que a mira brasileira está desacalibrada: “E ainda tem gente no Brasil que afirma que temos um bom chute de longa distância”.

Foto: Alex, durante o jogo Brasil x Grécia; Crédito: Gáspas Nóbrega/CBB



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