Janeth chega à seleção para apagar o incêndio entre Paulo Bassul e Iziane



Na última coluna Diário Esportivo, eu havia comentado que Hortência teria que mostrar a mesma habilidade que exibia nos tempos em que brilhava na seleção brasileiras para conseguir a paz entre o técnico Paulo Bassul e a ala Iziane, estremecidos desde o lamentável episódio do Pré-Olímpico de Madri, no ano passado, quando ela se recusou a entrar em quadra num jogo contra a Bielorússia.

Eis então que a “Rainha”, como Hortência era chamada, acerta em cheio ao indicar a ex-ala Janeth Aracain para o cargo de auxiliar de Bassul na seleção.

Mais do que a falta de experiência prática na função de auxiliar-técnica, janeth chega com respaldo moral de ter sido a principal estrela da seleção após a aposentadoria de Paula e da própria Hortência. Foi com Janeth em quadra que o Brasil teve seu último grande momento internacional, na conquista da medalha de bronze nos Jogos Olímpicos dwe Sydney, em 2000.

Mas talvez a principal função de Janeth seja servir como “bombeira” nesta crise entre Bassul e Iziane. A geniosa jogadora já declarou que não deseja trabalhar mais com o treiandor. Já a seleção, após o fiasco exibido nas Olimpíadas de Pequim-08, mostrou que não pode abrir mão de um talento como o de Iziane. Com todas estas caretas postas à mesa, fica claro que Janeth terá um papel fundamental como auxiliar de Paulo Bassul.

Foto: Janeth, Bassul e Hortência; Crédito: Divulgação/CBB



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