Nova edição do Hall da Fama do COB faz justiça a antigos ídolos olímpicos do Brasil



Montagem com as imagens dos novos eleitos para o Hall da Fama do COB (Crédito: Divulgação)

Gostei bastante da nova lista de indicados para o Hall da Fama do COB (Comitê Olímpico do Brasil), anunciada nesta sexta-feira (14). Em relação à primeira safra de indicados, o que mais me agradou foi a homenagem a ídolos mais antigos do esporte nacional.

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Quando houve o anúncio de sua criação, em dezembro do ano passado, elogiei a iniciativa, mas fiz uma ressalva de que estranhava naquela lista inaugural a ausência de monstros sagrados do esporte do Brasil. Na homenagem feita durante a última edição do Prêmio Brasil Olímpico, lembrei que poderiam ter sido incluídos nomes como Wlamir Marques, Aída dos Santos, Maria Lenk e Adhemar Ferreira da Silva.

Bom, para a segunda safra de homenageados, foi ótimo que grandes nomes que ajudaram a construir a história olímpica do Brasil tenham sido lembrados.

Existem diversos critérios para que um atleta seja introduzido no Hall da Fama do COB. Para atletas, ter participado no mínimo de Jogos Pan-Americanos e encerrado a carreira há pelo menos cinco anos. Para os treinadores, também ter atuado ao menos em Pans e e trabalhar no alto rendimento há dez anos.

Também são requisitos ter participação de destaque em Pans e/ou Olimpíadas, promovido o olimpismo e “vivenciado ao longo da carreira os valores olímpicos”, segundo o edital. Para este segundo leva, houve 23 indicações, mas apenas 17 estavam elegíveis para serem analisados pela comissão julgadora.

Antigos heróis

Mais do que justo exaltar nomes importantes que não estão mais vivos. Casos desta vez de Guilherme Paraense, do tiro esportivo, dono da primeira medalha de ouro do Brasil em Olimpíadas. Ou da própria Maria Lenk, que dá nome do parque aquático e CT do COB, primeira sul-americana em Olimpíadas na natação.

Também excelente a indicação de João Carlos de Oliveira, o João do Pulo, do salto triplo, duas vezes medalhista olímpico. Outra ótima lembrança a de Sylvio de Magalhães Padilha, primeiro sul-americano em final olímpica no atletismo, e presidente do COB (1963 e 1990).

Os demais indicados são Chiaki Ishii (judô), Bernardinho e José Roberto Guimarães (vôlei), Hortência e Paula (basquete) e Joaquim Cruz (atletismo).

A memória olímpica agradece à oportuna lembrança.

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