Após passeio da França, Brasil precisa evoluir em “estreia” no Mundial



Tudo bem que já era uma derrota esperada da Seleção Brasileira. Afinal, a França jogava em casa, embalada pelo favoritismo no Mundial masculino de handebol. Mas a verdade é que foi um verdadeiro passeio. O placar de 31 a 16 (17 a 7 no primeiro tempo) nesta quarta-feira não refletiu com perfeição a diferença técnica entre as duas equipes. Era para ser uma surra bem maior.

Para sorte do Brasil, a seleção francesa, pentacampeã do mundo, tirou o pé visivelmente na metade do segundo tempo. Do contrário, a equipe brasileira largaria com uma desvantagem quase irrecuperável no Grupo A da competição.

O que fica bem claro após a derrota na estreia, nesta quarta-feira, na Accorhotels Arena, em Paris, é que o Brasil fez um ótimo teste antes de sua “estreia” de fato no Mundial. Diante da Polônia, no próximo sábado (14), em Nantes, o time comandado pelo técnico Washington Nunes precisa mostrar um desempenho bem superior ao apresentado contra a França.

Nem tudo foi um desastre completo na primeira partida brasileira neste Mundial masculino. O armador Zé Guilherme terminou como o principal artilheiro da Seleção, com cinco gols marcados. Já o veterano goleiro Maik Santos, de 36 anos, mostrou um desempenho bem superior ao de Cesar Bombom ao entrar nem quadra no segundo tempo, com 48% de eficiência nas defesas. E ainda de quebra anotou um gol.

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Mas que ninguém se iluda. Apesar do importante desfalque de Petrus, por lesão, o Brasil só terá alguma chance de avançar para o mata-mata neste Mundial se exibir um nível de jogo próximo ao que mostrou na Rio-2016.

A primeira partida do Mundial masculino também marcou um recorde: um total de 15.609 espectadores compareceram à arena em Paris, maior público em um jogo de abertura na história da competição.



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