Ficar em segundo no quadro de medalhas do Pan é possível, diz COB. E daí?



Bernard Rajzman, chefe de missão do COB no Pan de Toronto. Crédito: Washington Alves/COB

Bernard Rajzman, chefe de missão do COB no Pan de Toronto. Crédito: Washington Alves/COB

“Será uma briga muito dura. O primeiro lugar será dos Estados Unidos, como sempre acontece tanto nos Jogos Pan-Americanos quanto nos Jogos Olímpicos. Aqui em Toronto, vamos brigar pelo segundo lugar com Cuba e Canadá. O trabalho é forte e temos ambições”

Bernard Rajzman, chefe de missão do COB (Comitê Olímpico do Brasil), durante a entrevista coletiva desta quarta-feira, ao lado de dirigentes de outros comitês nacionais, ao falar sobre a expectativa da participação brasileira nos Jogos Pan-Americanos de Toronto, cuja abertura oficial ocorrerá nesta sexta-feira (10), no centro de cerimônias do Pan.

>>> Veja ainda: Veja as modalidades do Pan 2015 que valem vaga para o Rio 2016

Se isso de fato acontecer, será somente a segunda vez na história do Pan-Americano em que o Brasil terminará na segunda posição no quadro geral de medalhas. A outra vez ocorreu na edição de 1963, quando os Jogos aconteceram em São Paulo.

Agora, cá entre nós: qual a real importância de ficar em segundo ou terceiro no na classificação final do Pan, hein?



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