Suspensão pela Fiba é o maior vexame do basquete do Brasil



Seleção Brasileira de basquete

Suspensão da Fiba anunciada nesta segunda-feira proíbe a participação do Brasil em competições internacionais

Não existe outra palavra que possa definir a notícia da suspensão da Confederação Brasileira de Basquete (CBB) nesta segunda-feira, pela Fiba (Federação Internacional de Basquete), que não seja VERGONHA.

Menos de três meses depois do encerramento dos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro, que teoricamente deveriam servir como um marca para o desenvolvimento do esporte brasileiro, eis que vem essa paulada.

Nunca, na história do esporte brasileiro, uma entidade internacional fez uma punição tão dura quanto essa que a Fiba anunciou hoje.

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Até pelo menos o final de janeiro do ano que vem, o Brasil estará proibido de participar de competições internacionais de seleções e clubes, em todas as categorias, assim como o basquete 3 x 3.

Pior ainda foi  a CBB ver exposta, de forma nua e crua, sua situação quase falimentar no site da Fiba. Mérito exclusivo de Carlos Nunes, que desde 2009 comanda (?) a CBB. Entidade que, por sinal, encontrava-se sob uma espécie de “intervenção” da própria Fiba, graças à sua incapacidade administrativa e financeira.

Sem admitir que tinha sua administração analisada com uma lupa pela federação internacional, eis que a CBB soltou nesta tarde uma nota oficial bizarra, em que demonstrava “surpresa com a punição imposta pela Federação Internacional de Basketball (FIBA)” e que irá “buscar os meios formais e legais para preservar o basquetebol brasileiro”.

Na próxima quarta-feira (16), a CBB promete se pronunciar sobre o fato “irá pontuar o que de fato acontece no basquete nacional para que a sociedade avalie e forme sua opinião sobre esse episódio.”

Ou seja, 48 horas depois de ser SUSPENSA, a Confederação Brasileira de basquete irá tentar explicar o inexplicável.

O basquete brasileiro, que já foi três vezes campeão mundial (duas com o masculino e uma com o feminino); cinco vezes medalhista olímpico (três bronzes com o masculino, uma prata e um bronze com o feminino); que já foi o segundo mais popular do país; que nos deu ídolos como Wlamir Marques, Amaury Pasos, Hortência, Magic Paula… a linda história que o basquete brasileiro construiu durante anos está sendo jogada na luta do lixo pelos seus dirigentes.



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