Eleições no COB: recordar é viver



Ainda vale um comentário sobre a quase secreta assembléia que reelegeu (mais uma vez!) Carlos Arthur Nuzman para mais um mandato à frente do Comitê Olímpico Brasileiro (COB). Para quem estranhou o fato do pleito ter sido realizado em outubro, saiba que há quatro anos – para ser mais exato, no dia 6/10/2004 -, o COB realizou uma outra assembléia, na qual Nuzman saiu reeleito para o período-2005-08.

Mas se coisas “estranhas” ocorreram este ano – como a convocação praticamente em cima da hora para os presidentes de confederações e a publicação do edital da eleição em jornais que não são de grande circulação -, não foi diferente em 2004.

Segundo matéria publicada pela Folha de S. Paulo em 5/10/04, de Fernando Mello e Mariana Lajolo, naquele pleito o COB fez valer uma modificação estatutária segundo a qual só membros com cinco anos na entidade poderiam almejar à presidência. Na prática, além de garantir uma gestão a mais para seu grupo, Nuzman também se protegeria de futuros opositores.



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