Diário Esportivo: a coluna desta sexta-feira do Diário de S. Paulo já está no ar



Quer ir para Pequim? Ainda tem vaga…

Nesta sexta-feira, quando faltam exatos 188 dias para a abertura dos Jogos Olímpicos de Pequim, a delegação brasileira já conta com um total de 152 atletas classificados, de 19 modalidades diferentes. Acha muito? Pois saiba que ainda tem muita gente batalhando por um lugarzinho no avião que levará a turma para a China. E a tomar como base as últimas participações brasileiras em Olimpíadas, os candidatos ao sonho olímpico podem ficar otimistas, pois ainda há vários assentos disponíveis. Em 2004, nos Jogos de Atenas, por exemplo, o Brasil contou com 247 atletas. Quatro anos antes, em Sydney, foram 205. O grande barato deste período pré-olímpico é que sonhar não é proibido. Se atletas de modalidades “top” como atletismo ou natação aguardam uma vaga com algum otimismo, esportes menos badalados só podem mesmo sonhar, pois sabem que as chances de classificação são bem remotas.

Preparação atrasada
Entre os que vislumbram um lugar em Pequim, está o paulista Guilherme Pardo, do badminton. O desejo de se transformar no primeiro brasileiro da modalidade a disputar uma Olimpíada esbarra num problema simples: falta de intercâmbio. “Se eu tivesse recebido a verba necessária para viajar e disputar os torneios necessários, acredito que teria mais chances”, diz Guilherme, que a partir de fevereiro irá disputar uma série de torneios na Europa, América do Sul e do Norte, com o objetivo de somar pontos no ranking e garantir uma vaga em Pequim.

Ranking desfavorável
Só que para isso acontecer, Guilherme terá que ter participações brilhantes nestes torneios. Atualmente, ele está em 147º lugar, mas precisa ocupar um lugar entre os 90 melhores do mundo para garantir uma das vagas. Para complicar, a concorrência está dura. “Como muita gente ainda não assegurou classificação, o nível destes torneios será bem alto”, explicou Guilherme, que bateu na trave para os Jogos de Antenas, quando ficou a sete posições da vaga olímpica.

Calendário apertado
Até julho, vários esportes ainda tentarão garantir seu lugar na delegação brasileira. Mas a luta começará desde cedo para muita gente. O Pré-Olímpico feminino de pólo aquático começa no próximo dia 17, em Triste (Ita). No dia 28, será a vez da luta olímpica, nas modalidades livre e greco-romana, buscar uma vaga, no Pré-Olímpico continental de Colorado Springs (EUA).

Sinal amarelo
Após mais um caso de doping, desta vez com o desconhecido Rogério Karfulkebstein, a natação brasileira precisa passar por um antidoping geral.



  • quero fazer um protesto: vc deveria ter falando na coluna anterior da morte de Fischer. uma pequena notinha de duas ou três linhas já seria suficiente.

  • Eu queria fazer um protesto! O Nicolau me telefonou e garantiu que agora sim o Diário de São Paulo tem um colunista sexy. Qual seria o motivo da análise carinhosa do Nicolau??????? rsrsrsrs

  • É verdade, Rubão, poderia mesmo. Mas é tanto assunto pra falar que a gente acaba esquecendo. Mas o link para o sue belo post aqui no blog já foi uma boa homenagem, né?Abração

  • Olha Ademar, não faço a menor idéia, viu? (rs)

MaisRecentes

Saiba porquê o levantamento de peso corre risco de ser cortado das Olimpíadas



Continue Lendo

Ciclistas olímpicos brasileiros participam de festival em São Paulo



Continue Lendo

Festa para Paris-2024 e LA-2028 é justa, mas não resolve os problemas do COI



Continue Lendo