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Escolha seu favorito para brilhar em Pequim

Atire a primeira pedra quem nunca na vida se arriscou a escolher um vencedor num evento esportivo. Vale tudo, de uma aposta na velha Loteria Esportiva até aquele bolão no escritório em época de Copa do Mundo. A vontade de dar um pitaco é tanta que ninguém resiste. Nas Olimpíadas, isto também acontece, mas de uma forma um pouco mais elaborada. O “bolão” olímpico mais famoso que existe é produzido pela conceituada revista esportiva americana “Sports Illustrated”, que a cada quatro anos, sempre antes dos Jogos Olímpicos, produz uma edição especial na qual faz uma análise detalhada dos candidatos a ganhar as futuras medalhas olímpicas.

E para quem acha que se trata de um mero “chutômetro”, os resultados das previsões são até bem razoáveis: 48% de acerto em relação aos medalhistas e 22% na classificação do pódio. E os americanos nem se utilizam de métodos científicos nesta análise. Eles tomam como base os últimos resultados dos favoritos, além de entrevistas com dois especialistas na modalidade. Longe da pretensão de querer imitar a “Sports Illustrated”, mas motivado pela irresistível tentação de também dar os meus pitacos, segue uma relação de alguns brasileiros e o que poderão fazer em Pequim. Quer apostar?

Ouro garantido
A principal esperança de medalha de ouro para o Brasil em Pequim será a seleção brasileira masculina de vôlei (foto). A equipe comandada por Bernardinho manteve a base campeã em Atenas e tem tudo para repetir o feito. Outro ouro quase certo é no vôlei de praia masculino, com a dupla Ricardo e Emanuel, atuais campeões olímpicos. Na ginástica artística, Diego Hypólito chega embalado pelo bicampeonato mundial no solo e, se tiver feito uma boa recuperação da cirurgia no joelho, pode brilhar. E tomando como base em resultados dos últimos mundiais — quando se sagraram campeões —, são considerados favoritos também Robert Scheidt e Bruno Prada, no iatismo (classe Star), além de Thiago Camilo e João Derly, no judô.

Prata à vista
O futebol brasileiro dificilmente deixará escapar um lugar no pódio. Mas será complicado ocupar o lugar mais alto em Pequim. No masculino, a seleção terá problemas para superar, por exemplo, a Argentina, de Messi e Riquelme. E no feminino, será que a genial Marta conseguirá superar a forte Alemanha?

Vem medalha aí
Eis a turma que dificilmente deixará Pequim de mãos abanando, não importa a cor do metal: vôlei feminino, vôlei de praia feminino (Juliana e Larissa), Jadel Gregório e Maurren Maggi (atletismo), César Cielo e Tiago Pereira (natação) e Luciano Corrêa (judô).

Crédito da foto: FIVB/Divulgação



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