Derrota na estreia não muda o roteiro do Brasil no Pré-Olímpico de basquete



A americana Chelsea Gray passa pela marcação de Isabela Ramona,na estreia do Brasil no Pré-Olímpico (Crédito: Fiba)

Saiu tudo dentro da lógica na estreia do Brasil pelo Pré-Olímpico das Américas do basquete feminino. A derrota para os Estados Unidos por 71 a 61, no grupo que está sendo disputado em Bahia Blanca (ARG) não surpreendeu ninguém. Campeãs mundiais em 2018 e já com vaga assegurada em Tóquio-2020, as americanas são favoritas a terminar a competição com três vitórias.

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O que surpreendeu, isso sim, foi o bom basquete apresentado pelo Brasil nos dois primeiros quartos, especialmente no primeiro, quando venceu por 15 a 10, e no segundo, em que viu os Estados Unidos fecharem com somente dois pontos de vantagem. A partir daí, com muitos erros no ataque e bolas desperdiçadas em passes forçados, as americanas deslancharam no placar.

O mais importante disso tudo é que em nada modifica os planos da seleção brasileira para continuar sonhando com uma vaga nos Jogos Olímpicos.

Com as americanas já classificadas, apenas uma vaga está em disputa para o Pré-Olímpico mundial. A única alteração no roteiro é que o jogo de sábado (16), contra a Colômbia, virou de vida ou morte para a seleção. Isso porque no segundo jogo da noite, as colombianas jogaram areia no alfajor da Argentina, ao vencerem por 67 a 63.

Com isso, caso a Colômbia volte a ganhar no sábado, o Brasil já não terá mais chances de classificação. Em compensação, uma vitória por uma boa diferença de pontos praticamente deixará as brasileiras com a mão na vaga. A definição ficaria para domingo (17), justamente contra as argentinas.

Um ponto positivo para o jogo de sábado foi ver o bom desempenho do Brasil na defesa, diante de uma das equipes mais poderosas do basquete mundial. O sonho para chegar em Tóquio-2020 ainda segue bem vivo.

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