Cinco curiosidades sobre o Mundial de ginástica rítmica de Baku



Visão geral do Ginásio Nacional de Ginástica (MGA) de Baku (AZE), onde acontece o Mundial de ginástica rítmica (Crédito: Ricardo Bufolin/CBG)

Baku (AZE) – O Mundial de ginástica rítmica que começa nesta segunda (16) em Baku, capitão do Azerbaijão, será o mais importante deste ciclo. Nada menos do que 21 vagas para os Jogos de Tóquio-2020 serão distribuídas por aqui, entre 16 do individual e cinco no conjunto.

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Confira cinco curiosidades sobre a competição, que conta com a participação do Brasil tanto no individual, com Natalia Gáudio e Barbara Domingos, além da equipe do conjunto.

A casa da ginástica rítmica

Construído em 2014 para ser uma das sedes dos 1º Jogos Europeus, que foram realizados no ano seguinte em Baku, o Ginásio Nacional de Ginástica (MGA) tem capacidade variável para receber entre 5 mil e 9 mil pessoas, dependendo da configuração do evento. Trata-se de uma arena especializada para competições de ginástica, em suas várias modalidades. Além disso, também funciona como o centro de treinamento nacional da modalidade.

Todos contra a Rússia

O rival a ser batido no Mundial de Baku é a Rússia, seja no individual como no conjunto. Ninguém é tão dominante na ginástica rítmica quanto as russas. Nos 36 mundiais já realizados, a Rússia já faturou simplesmente 192 medalhas, 105 de ouro! Quem se aproxima mais é a Bulgária, segunda colocada com 173 (67 de ouro).

Chance de recorde

E vem justamente da Rússia a ginasta que pode alcançar uma marca histórica nos Mundiais. Se vencer no individual geral (soma dos quatro aparelhos – arco, bola, maças e fita), Dina Averina, de apenas 21 anos, entrará para a galeria de tricampeãs nesta prova, feito só alcançado por outras quatro ginastas.

Vagas olímpicas

O Mundial de Baku é a competição de ginástica rítmica que mais vagas diretas oferece para a Olimpíada de Tóquio-2020. As 16 melhores ginastas do individual geral garantirão a seus respectivos países um lugar nos Jogos Olímpicos do ano que vem. Além disso, os cinco melhores conjuntos também terão lugar assegurado no Japão. As últimas vagas serão definidas no ano que vem, através das etapas de Copas do Mundo e competições continentais.

Desafio ao tempo

Engana-se quem pensa que a ginástica rítmica é uma modalidade apenas para atletas mais novas. Pelo menos duas veteranas desafiam o tempo aqui em Baku. A mais velha delas é a mexicana Rut Castillo, de 29 anos, que ganhou uma medalha de prata e duas de bronze no Pan-Americano do Rio-2007.. A brasileira Natalia Gaúdio está entre as mais experientes da competição, com 26 anos e disputando seu sexto Mundial.

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