Crise no esporte olímpico do Flamengo: a salvação e a ingratidão



Como nos contos de fada, tudo terminou bem para equipe de ginástica artística do Flamengo. Depois da entrevista dramática na última sexta-feira, quando o presidente Márcio Braga anunciou o fim do apoio aos ginastas Diego e Danielle Hypólito e Jade Barbosa, por falta de dinheiro no clube, eis que surgiu a inesperada ajuda da prefeitura de Niterói.

Nesta última segunda-feira, a vida dos ginastas Diego e Danielle Hypólito e Jade Barbosa voltou aos trilhos, com o anúncio da parceria com a cidade de Niterói, que irá injetar R$ 80 mil por mês para direcionar a este departamento. Em troca, os três atletas participarão do projeto de ginástica de Niterói, que visa incentivar as crianças a iniciarem a prática do esporte.

A situação só não ficou boa para a vice-presidente de esportes olímpicos, a ex-nadadora Patrícia Amorim, que no final da noite de segunda-feira foi demitida do cargo, poucas horas depois de participar da entrevista coletiva que anunciou a parceria com Niterói. Detalhe: foi através de Patrícia Amorim que a prefeitura de Niterói procurou o Flamengo.

No lugar de Patrícia, assumiu o publicitário João Henrique Areias, um dos responsáveis pela criação da Copa União de futebol de 1987 e que em 1996 ajudou a criar a reformular o Nacional masculino de basquete.

Nada contra Areias, um homem de ideias modernas e que pode mesmo contribuir para o fim da crise nos esportes olímpicos do Flamengo. Mas tudo contra a incrível demissão de Patrícia Amorim, que como se diz no popular, “segurou o rojão” no meio da crise e justamente quando a situação parecia melhorar, foi simplesmente dispensada.

No meu dicionário, isso chama-se ingratidão!

Foto: UOL Esportes



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