Começou mal a Comissão de Atletas do COB



Antes de mais nada, é bom que se ressalte a importância do Comitê Olímpico Brasileiro (COB) em ter criado a Comissão de Atletas, apresentada com toda a pompa nesta terça-feira, no Rio. O próprio Comitê Olímpico Internacional (COI) possuí sua comissão e a lista do COB seguirá os mesmos parâmetros.

O que é duro de aceitar é o nome colocado para presidir a comissão brasileira: Bernard Rajzman, que se como atleta brilhou em quadra, ao integrar a seleção brasileira masculina de vôlei que foi medalha de prata nas Olimpíadas de Los Angeles, fora de quadra sempre teve um postura para lá de questionável. Só para recordar os que têm memória curta, Bernard foi deputado estadual pelo PFL durante seis anos (1997-2002), além de ter sido Secretário Nacional de esportes do governo de Fernando Collor, de tão triste memória para os brasileiros.

Eis os demais integrantes da Comissão de Atletas do COB:

Hortência Marcari (basquete – vice-presidente)
César Cielo (natação)
Daiane dos Santos (ginástica artística)
Giovane Gávio (vôlei)
Gustavo Borges (natação)
Gustavo Kuerten (tênis)
Hugo Hoyama (tênis de mesa)
Isabel Clark (snowboard)
Janeth Arcain (basquete)
Marcelo Ferreira (iatismo)
Marta Vieira (futebol)
Natália Falavigna (taekwondo)
Robert Scheidt (iatismo)
Robson Caetano (atletismo)
Rogério Sampaio (judô)
Sandra Pires (vôlei de praia)
Vanderlei Cordeiro de Lima (atletismo)
Álvaro Affonso de Miranda – Doda (hipismo)

Cá entre nós, com exceção de César Cielo, que ainda não confirmou se aceitará o convite para integrar a Comissão, nenhum dos integrantes acima tem o perfil de quem irá “incomodar” o COB com um posicionamento mais crítico ou contestador.



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