Brasil fatura o Sul-Americano. E o que esta conquista irá ajudar no Mundial?



Jogadores brasileiros comemoram a conquista do Sul-Americano

De forma invicta, a seleção brasileira B conquistou na madrugada deste domingo em Neiva (Colômbia) o título do 44º Campeonato Sul-Americano masculino de basquete, ao derrotar a Argentina na final por 87 a 77 (40 a 31 no primeiro tempo). Foi o 18º título brasileiro na competição.

O grande nome da partida foi o pivô Murilo, que teve uma atuação exuberante, marcando 30 pontos e recuperando dez rebotes. Ele foi eleito o MVP do torneio, ao terminar como o segundo cestinha (média de 21,2 pontos) e terceiro reboteiro (9,0 rebotes por jogo).

Mas o prêmio principal para Murilo foi ter recebido a confirmação que ele e o armador Nezinho se apresnetarão nesta segunda-feira no Rio de Janeiro ao técnico da seleção principal, Rubén Magnano, juntando-se ao grupo que se prepara para a disputa do Campeonato Mundial da Turquia, a partir de 28 de agosto.

Comemorações à parte, o que se tira de concreto da vitória brasileira?

O Sul-Americano em si não representa absolutamente nada. Tanto que nem Brasil, muito menos a Argentina estavam com suas equipes principais. Recuperar a hegemonia continental vale apenas para afagar a autoestima do basquete brasileiro. Mais importante do que isso será reforçar o grupo que estará na Turquia com dois jogadores cheios de moral.

Só fica a dúvida se Nezinho realmente colocou a cabeça no lugar e não irá mais cometer barbaridades como as que fez no Pré-Olímpico de Las Vegas, em 2007, quando se recusou a entrar em quadra numa partida. Mas certamente o argentino Magnano já deve ter tido uma boa conversa com o armador para impedir que tais barbaridades voltem a acontecer.

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Crédito da foto: Fiba Américas



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