Atletismo brasileiro precisa se renovar para não apanhar mais dos africanos na SS



Dado interessante apresentado na cobertura da Corrida Internacional de São Silvestre, na edição de hoje do Diário de S. Paulo: pela primeira vez desde 1998, o pódio masculino não contou com a presença de nenhum atleta do Brasil.

A prova masculina da 84ª edição da São SIlvestre teve nada menos do que quatro africanos entre os cinco primeiros colocados – James Kipsang (1º), Evans Cheruyot (2º) e Kiprono Mutai (3º), todos do Quênia, e Marco Joseph (4º), da Tanzânia -, além do colombiano William de Jesus, que terminou em 5º lugar. O melhor brasileiro foi Raiumundo Nonato Sousa Aguiar, que chegou em 7º lugar.

Já está mais do que na hora de se fazer uma profunda renovação nos fundistas do Brasil. O país ainda depende exclusivamente de estrelas esporádicas, como Marilson Gomes dos Santos, que não competiu este ano na SS por estar contundido.

De nada adianta jogar esperanças em especilistas em vencer provas caseiras, como o fanfarrão Franck Caldeira. É hora de se fazer um grande investimento em fundistas, afinal o Brasil é um dos países que mais organiza provas de rua. Cabe à Confederação Brasileira de Atletismo (CBAt) mostrar competência e tentar tirar talentos de verdade desta multidão de corredores.

Foto: o queniano James Kipsang cruza a linha de chegada na SS
Crédito: Divulgação/Márcio Kato



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