Até quando os times brasileiros de basquete terão nomes esdrúxulos?



Tudo bem que o NBB 2009 já começa sob um grande clima de otimismo, por ser um campeonato organizado pelos clubes e ter como objetivo reunificar o basquete brasileiro. Mas já que o campeonato chega batizado como “novo Basquete Brasil”, que tal os dirigentes pensarem em alguns aspectos de marketing, como o nome das equipes?

Já não bastava estarmos diante de uma verdeira sopa de letras no basquete feminno, como o caso do atual campeão nacional, o Colchões Castor/FIO/Pão de Açúcar/Unimed/Ourinhos, agora no NBB também temos alguns casos pavorosos. Ou alguém aí acha bonito ver um time com o nome de Assis/Amigão/Andorinha/Unimed ou Cetaf/Garoto/UVV/PMVV ?

Deixo claro que nada tenho contra os patrocinadores dos clubes. Entendo até que pela realidade econômica do Brasil, é às vezes necessário “fatiar” a camisa do clube com pequenos patrocínios, para ajudar a pagar as contas. Mas também acho obrigatório se reestudar a forma com que estes times serão exibidos para a torcida e a mídia.

É ilusão de publicitário achar que alguma rede de TV ou jornal irá estampar um nome tão esdrúxulo como o deste time de Assis. Até porque o mais importante de tudo é o clube. Afinal, estes patrocinadores não têm o menor pudor de deixar os clubes na mão quando atingem seus objetivos.