Para compensar proibição no BR-17, presidente diz que Fla deve mandar mais jogos fora do Rio, inclusive da Libertadores



Bandeira

Após o Conselho Técnico da Série A do Brasileirão decidir, por 15 votos a 5, pela proibição de venda de mando de campo na competição, o presidente do Flamengo, Eduardo Bandeira de Mello, que votou contra a medida, avisa: por conta disso, o Rubro Negro deve aumentar o número de jogos fora do Rio de Janeiro em outras competições.

“Para compensar a proibição no Brasileiro, vamos tentar jogar fora do Rio em outras competições, sim. Já fizemos dois jogos da Primeira Liga fora e como estamos na próxima fase isso deve voltar a acontecer. Assim como no Carioca”

“Tudo vai depender da situação do Maracanã. Se a solução do Maracanã não for boa para o Flamengo, nossa opção fica sendo o estádio da Ilha do Governador. Mas ainda que trabalhemos com preços diferenciados em determinados locais do estádio, não é a mesma coisa pois está limitado a 21 mil lugares e temos potencial para mais público do que isso”

Até mesmo na tão sonhada Libertadores o Mengão pode atuar longe do Rio.

“Se não tivermos o Maracanã nas fases finais, é possível”, diz o presidente que aproveitou para criticar a nova medida.

“Permitir que o Flamengo mande jogos fora não prejudica ninguém. Pelo contrário, só ajuda. Poderia ser Brasília, Pacaembu ou outro local. É melhor para qualquer adversário jogar em lugares assim do que na Ilha (do Governador), por exemplo”.

Além da proibição de venda de mando de campo, o Conselho Técnico também mexeu na questão do gramado artificial, que será proibido a partir de 2018. A medida afeta diretamente o Atlético-PR já que seu estádio, a Arena da Baixada, possui gramado sintético. Curiosamente, Fla e Furacão, os dois clubes mais afetados pelas mudanças, estão na linha de frente contra a CBF para tentar moralizar e dar mais transparência ao futebol brasileiro. Bandeira de Mello não quis fazer nenhuma ligação nas medidas, mas também não descartou um viés político e ainda cutucou o desfecho da situação.

“Não vi nada nas decisões do Conselho que representasse melhoria ou avanço para o futebol brasileiro. A proibição de mandar jogos em outro lugar é uma medida atrasada. Não me parece uma mexida modernizante. O Flamengo acabou prejudicado pois é dono de torcida em todo o país. Além disso seria uma forma de viabilizar arenas feitas para a Copa e que estão subutilizadas”



  • Bettho Santos

    Todos contra o flamengo, estamos querendo ajudar a moralizar o futebol, fazendo com que a direção do futebol brasileiro fique nas maos dos clubes, que são os verdadeiros protagonistas do espetaculo …masa politica anti ética é mais forte …vamos contra tudo e contra todos …SRN

  • Paulo Henrique

    Bandeira é mito demais, esta certo a Nação de outros estados merece assistir o Mengão. Só não acho bom tirar os jogos da Liberta porque a nossa casa, o caldeirão da Ilha é o ideal.

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