Em Londres, Bruno Soares chegou ao posto de dupla número 1 de barco



soares

As Finais do ATP, torneio que encerra a temporada com chave de ouro é especial por vários motivos. O primeiro é que ele reúne a nata do esporte. Afinal, é disputado pelos oito melhores tenistas e as oito melhores duplas no ano. Outro diferencial é o seu formato. É o único jogado em round robin, ou seja, com os tenistas divididos em dois grupos de quatro, encarando todos contra todos dentro do grupo. O resultado é que cada tenista ou dupla disputa ao menos três partidas e pode avançar à semifinal mesmo perdendo um ou até dois jogos. As partidas são disputadas no belíssimo complexo O2, localizado na baía de Greenwich, em Londres. De quebra, o Barclays ATP World Tour Finals – nome oficial do torneio – quase sempre também define a corrida pelo primeiro lugar do ranking da ATP.

Bem, se já não bastasse tudo isso, diferentemente da maioria das disputas pelo mundo, em que os tenistas vão do hotel para o ginásio com carros ou vans, no ATP Finals é possível atravessar a cidade de modo mais charmoso: de barco. Eles saem do pier do London Eye, a enorme roda gigante que é um dos marcos da cidade. Antes e depois dos jogos, transportam o staff do torneio. Não são todos os tenistas que utilizam esse meio de transporte fornecido pela organização. Mas foi assim que o brasileiro Bruno Soares chegava ao O2 onde acabou perdendo na final, mas garantiu o posto de dupla número 1 do mundo ao lado do britânico Jamie Murray – irmão de Andy Murray.

“É muito legal pois é diferente do típico transporte. Do barco é possível ver diversos monumentos e atrações da cidade como o Big Ben, London Eye, London Bridge, Tower Bridge e a catedral de São Paulo”, diz o brasileiro.

“No primeiro dia a gente passa o tempo fazendo selfies e fotos e postando no Instagram”, emenda ele que também aproveita as viagens para trocar ideias com os oficiais da ATP, já que faz parte do Conselho de Jogadores da entidade.

 

Curiosamente, no caso de Bruno e Jamie eles não pegam necessariamente o mesmo barco todo dia.

“Depende da hora em que jogamos e do ritmo de cada um. Vocês podem se perguntar por que não passamos esse tempo juntos nos preparando para os jogos, mas acredite, nossa parceria funciona melhor dessa maneira. Já passamos inúmeras horas juntos ao longo do ano rodando o mundo nos torneios”.

 

 



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