Djokovic sobre Monfils: ‘É um dos poucos que eu pagaria para assistir’



September 6, 2016 - Novak Djokovic in action against Jo-Wilfried Tsonga in a men's quarterfinal match during the 2016 US Open at the USTA Billie Jean King National Tennis Center in Flushing, NY.

A poucas horas de enfrentar o francês Gael Monfils em uma das semifinais do US Open, Novak Djokovic elogiou seu adversário desta tarde em Flushing Meadows e também falou sobre a própria trajetória rumo a sua décima consecutiva aparição na semi do Grand Slam americano.

“Gael é um dos caras mais carismáticos do circuito e um grande sujeito. É um dos poucos que eu pagaria para ver uma partida de tênis”, elogiou o sérvio.

Curiosamente, apesar de Monfils ser o número 10 do mundo, ele nunca venceu Djokovic  em 12 confrontos do circuito profissional. A única vitória do francês foi somente como júnior, em 2004, nas quartas de final de um torneio nível Challenger realizado na Itália.

Na partida disputada no saibro, Monfils fez 2 a 1 sobre Djoko, com parciais de 6-4, 6-7 (5) e 6-2. Naquele torneio, o francês chegou à final, mas acabou perdendo para o tcheco Lukas Dlouhy. E foi justamente esse duelo contra Monfils que Djoko lembrou ao comentar o novo encontro agora em Nova York.

“Me lembro desse jogo no saibro coberto de Bergamo. Monfils me venceu pois era melhor do que eu. Depois, no vestiário, batemos um longo papo. Ver o desenrolar de nossas carreiras e tudo o que conquistamos até chegarmos a esse ponto de fazermos a semifinal de um torneio de Grand Slam é muito bacana”.

Monfils, que ainda não perdeu um set no atual torneio, devolveu o elogio.

“É difícil lembrar de um jogo em que ele não estivesse batendo na bola com perfeição. O que Novak já fez na carreira até agora é impressionante. Ele é um melhor jogador do que eu, com certeza. Não tenho vergonha em dizer isso”.

Apesar de ter iniciado o torneio com certas dúvidas sobre sua condição física, Djokovic tem motivos de sobra para estar feliz. Para tentar defender seu título, o vencedor do torneio em 2015 atingiu a semifinal de forma insólita. Só precisou disputar dois jogos completos já que em duas partidas seus oponentes abandonaram  durante o jogo e em outra ganhou por WO. Ele precisou ficar apenas 6 horas e 26 minutos em quadra. Para se ter uma ideia, o confronto entre Andy Murray e Kei Nishikori, nas quartas, durou praticamente quatro horas.

“Esse Grand Slam é único para mim. Nunca passei por algo assim, de ter três abandonos no caminho para uma semifinal. Mas no final o que importa mais é estar nessa fase do torneio, a um jogo da final”, disse Djoko.



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