Relembre os brasileiros “improváveis” que foram parar nos gigantes europeus



O zagueiro Julio Cesar (a dir.) sendo apresentado no Real Madrid, ao lado do Colombiano Edwin Congo, em 21 de Julho de 1999.

 

Graças ao aniversário de 93 anos da primeira transferência de um jogador brasileiro para o futebol europeu – Paulo Innocenti trocou, em 1925, Paulistano pelo Virtus Bologna da Itália – o Gol de Canela FC resolveu montar uma lista com o lado inusitado da história: Com brazucas desconhecidos ou questionados aqui Brasil, mas que em algum momento da carreira foram parar em um dos gigantes do Velho Continente. Confira:

 

Vítor (Real Madrid, 1993-94)


Graças a um a acordo verbal para trazer Cafú do São Paulo, o Real acabou contratando Vítor, antes que o verdadeiro reforço chegasse ao Bernabéu – algo que não aconteceria. O lateral jogou pouco e foi embora da Espanha sem deixar saudades.

 

Iarley (Real Madrid, 1995-98)
Em 1995, ano que trocou o Quixadá-CE pelo Real Madrid, Iarley não era conhecido no cenário nacional. Acabou passando três temporadas no Castilla, a segunda equipe do Real, e nunca jogou pelo time principal.

 

D’Marcellus (Barcelona, 1996)
Filho do ex-atacante Escurinho, ídolo do Internacional na década de 70, foi contratado pelo Barcelona em 1996. Jogou apenas um amistoso.

 

César Prates (Real Madrid, 1996-97)
Com um início de carreira promissor no Internacional, Prates foi contratado pelo Real como grande promessa. Chegou a ser utilizado na equipe principal ocasionalmente, mas não se firmou.

 

Rodrigo Fabri (Real Madrid, 1998)

Revelação da Portuguesa, Rodrigo Fabri chegou ao Real Madrid com status de craque. Acabou utilizado apenas em alguns amistosos.

 

Júlio César (Real Madrid, 1999-2003)
Natural do Maranhão, surgiu no futebol de Honduras, onde atraiu o interesse do Valladolid. Foi vendido ao Real em 1999 e até chegou figurar na equipe principal, no entanto, perdeu espaço na metade final da temporada e nunca mais teve chances.

 

Emerson Thome “Paredão” (Chelsea, 1999-00)


Após boa temporada pelo Sheffield Wednesday, foi contratado pelo Chelsea para a temporada 99/00. Foi o primeiro brasileiro da história a defender os Blues.

 

Triguinho (Barcelona, 2000)
Revelado na base do Guaratinguetá, foi indicado, em 2000, pelo ídolo Rivaldo ao clube catalão. Jogou apenas um amistoso.

 

Marcelão (Barcelona, 2000)
Assim como Triguinho, chegou indicado por Rivaldo. O zagueiro jogou apenas duas partidas pela Copa da Catalunha.

 

Lima (Roma, 2001-04)
Lembrado no Brasil apenas por suas passagens relâmpago pelo São Paulo nos anos 90 – em uma delas, marcada por ter sido inscrito irregularmente na Copa do Brasil de 96 – Lima foi contratado pela Roma em 2001. Atuou por quase quatro anos pela equipe.

 

Claiton (Milan, 2002)
Praticamente desconhecido no Brasil, já que construiu toda sua carreira profissional na Itália, assinou em 2002 com o Milan. Foi utilizado apenas uma vez (reserva) no time principal, em 24 de maio de 2003.

 

Tiago Calvano (Barcelona, 2003-05)
Com uma carreira quase toda na Europa, chegou no Barcelona em 2003. Jogou apenas três amistosos.

 

Digão (Milan, 2004-2011)


Foi anunciado em 2004 pelo Milan, mas praticamente não teve chances de atuar pelo clube. Ele é irmão de Kaká.

 

Marcus Diniz (Milan, 2004)
Depois de passar pelas categorias de base do Caxias-ES, Vasco e Vitória, foi contratado, em 2004, pelo Milan. Dois anos depois, foi promovido aos profissionais, mas nunca ganhou uma chance na equipe principal rossonera.

 

Rodrigo Defendi (Tottenham, 2004)
Com apenas de 18 anos, Defendi trocou o Cruzeiro pelo Tottenham. Ficou apenas um ano no Spurs.

 

Gladstone (Juventus, 2005)
Após boas aparições com a camisa do Cruzeiro, foi emprestado, em 2005, à Juventus. Ficou apenas alguns meses no clube e não foi utilizado.

 

Gláuber (Manchester City, 2008)


Em agosto de 2008, foi anunciado pelo Manchester City para jogar a Premier League. Pouco utilizado, acabou dispensado pelos ingleses no ano seguinte.

 

Henrique (Barcelona, 2008)
Em 2008, apenas alguns meses defendendo o Palmeiras, foi vendido ao Barcelona por €10 milhões. Jogou apenas cinco amistosos pelo clube.

 

Rodrigo Pessebon (Manchester United, 2008)
Revelado no Internacional, assinou com Manchester United em 2008. Fez apenas três partidas pela equipe principal.

 

Filipe Gomes (Roma, 2008)
Revelado pelo Vasco da Gama, chegou a Roma em 2008. Chegou a ganhar algumas oportunidades, mas logo deixou o clube.

 

Daniel Bessa (Inter, 2008-17)
Trocou as divisões de base do Atlético Paranaense pela Internacionale, em 2008. Chamado de “bebê Snejder” por Massimo Moratti, presidente do clube italiano, nunca chegou a ser utilizado frequentemente.

 

Keirrison (Barcelona, 2009-14)


Contratado em 2009 por 14 milhões de euros, nunca entrou em campo pelo Barça. Manteve vínculo com a equipe até 2014.

Kerlon (Inter 2009-12)

Em 2009, quando ainda era considerado umas das grandes promessas do futebol brasileiro, Kerlon teve seu direitos adquiridos pela Internacionale. Porém, nunca conseguiu repetir na Itália os feitos da época de Cruzeiro.

 

Rodrigo Ely (Milan, 2010-17)
Em 2010, deixou as categorias de base do Grêmio, ainda aos 15 anos, para assinar com o Milan. Seguiu emprestado a diversos clubes até ser negociado em definitivo com Alavés no meio do ano passado.

 

Lucas Piazón (Chelsea 2011-2018)

Destaque das categorias de base do São Paulo, Lucas Piazón foi negociado com o Chelsea em 2011. No entanto, nunca foi utilizado regularmente pelo clube. Hoje, aos 24 anos, segue emprestado ao Fulham.

 

Willian José (Real Madrid, 2014)
Mesmo com passagens significativas pela categorias de base do Brasil, o empréstimo de Willian José para o Real foi considerado, no mínimo, curioso pelos torcedores na época. Fez apenas uma partida oficial no time principal.

 

Douglas (Barcelona, 2014)
Douglas é o personagem mais recente sobre o tema. Contratado em 2014, jogou apenas 8 partidas oficiais pelo clube catalão. Segue emprestado ao Benfica.

 

 

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Agradecimento ao leitor Pedro Ivo pela colaboração na lista



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