Pioneirismo no esporte: A história das luvas para goleiros



O espanhol Ricardo Zamora foi um dos pioneiros.

O espanhol Ricardo Zamora foi um dos pioneiros.

 

Com o inicio da modernização da posição de goleiro no futebol, surgiu a necessidade de uma proteção para as mãos destes atletas, já que o material da bola não era um dos melhores. Assim, precisamente em 1934, Karl Reusch, fundador da marca com seu sobrenome, aproveitou a oportunidade e criou luvas adaptadas para esta função.

 

Porém, registros antigos do futebol europeu apontam que uso de luvas começou ainda na década de 1920 através dos goleiros Heiner Stuhlfauth e Ricardo Zamora.

 

Feitas de lã, o alemão Stuhlfauth, que defendeu o Nuremberg e também a Seleção da Alemanha, utilizava o equipamento como forma de prender melhor a bola nas mãos. Já o espanhol Zamora considerava as luvas apenas parte de um modelo de etiqueta masculino e por isso achava indispensável. O fato é que, independente do real motivo para o uso, os dois foram responsáveis pelo pioneirismo deste equipamento no futebol.

 
A moda das luvas ganharia o mundo só a partir do final da década de 60, quando as empresas Reusch e Uhlsport, outra marca alemã de artigos esportivos, começaram a potencializar o mercado com luvas equipadas com palmas de borracha. Wolfgang Fahrian, goleiro alemão do 1860 Munique, foi o grande responsável por esta massificação.

 

E no Brasil?
No Brasil, o primeiro goleiro lembrado por usar este recurso é Jaguaré Bezerra de Vasconcelos, o Dengoso. Considerado um dos ídolos da história do Vasco da Gama, ele trouxe a inovação após sua passagem pelo futebol europeu durante os anos 30.



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