Como montar uma equipe vencedora - Gestão EC

Como montar uma equipe vencedora



Manchester United elimina o PSG na Champions (Crédito: AFP)

O Paris Saint Germain, mais uma vez, viu o sonho de conquistar o título da Europa fazer água nesta quarta-feira ao perder para o Manchester United, na França, por 3 a 1. O clube francês investiu milhões nas contratações de astros como Neymar, Buffon, Daniel Alves e Mbappé com o claro objetivo de conquistar a Liga dos Campeões e, pelo segundo ano seguido, parou nas oitavas-de-final.

A eliminação novamente levanta as questões sobre como montar um time vencedor. Só ter dinheiro e gastar milhões nos melhores jogadores é suficiente?

Não, não é.

Dinheiro, em geral, resolve apenas uma das três questões fundamentais para o sucesso de qualquer empresa ou clube. O investimento pode garantir as melhores condições (de estrutura) e os melhores profissionais.

É o primeiro passo.

Depois disso, você precisa fazer com que os jogadores se comprometam com o clube. É aquela história de realmente vestir a camisa. Nas empresas, existe um forte trabalho de endomarketing para garantir o comprometimento dos colaboradores.

Os clubes precisam entender a necessidade de estimular esse comprometimento dos atletas. Eles precisam sentir o peso das derrotas e vibrar com as vitórias. Não podem ser indiferentes.

Talvez viajar para curtir a Anitta e o Carnaval às vésperas de uma decisão importante do seu clube não seja a melhor ideia.

O terceiro passo é fazer os jogadores se comprometerem entre eles, o tal do team building já citado anteriormente neste espaço. Privilégios nesse caso, como uma folga para um atleta curtir o Carnaval, mata qualquer trabalho de comprometimento entre os atletas no vestiário.

O Barcelona campeão da Champions tinha uma sintonia perfeita entre Messi, Neymar e Suarez. O PSG não teve o mesmo sucesso na fórmula Neymar, Cavani e Mbappé.

Acreditem, isso faz diferença.

Como já citado aqui também, aquelas lendas de time que se matava no vestiário e ganhava títulos é cada vez mais folclore, cada vez mais exceção e menos regra.

O Paris Saint Germain tem duas lições para aprender.



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