Um Vasco necessário e nada mais



Nenê e Thalles garantiram a vitória sobre o Bragantino (Foto: Nelson Rocha/Vasco.com.br)

Nenê e Thalles garantiram a vitória sobre o Bragantino (Foto: Nelson Rocha/Vasco.com.br)

Foi feio. E nem precisava ser bonito. Foi o que o time precisava que fosse: vitória. Era o que a torcida queria. E apenas isso.

Um prato de canja numa noite fria. Sem repetição. Apenas o necessário. Meia dose, só para matar a vontade, não a necessidade. Para esquentar, não entorpecer.

Vencer jogando bem é algo de quem busca uma sequência. É o objetivo de quem está num campeonato longo e necessita ter regularidade. Faltando três rodadas para o fim, implantar um padrão para 2017 se tornou irrelevante.

O que o Cruz-Maltino precisa é de uma mudança.

Independente do que aconteça, será necessário mudar. Seja para subir ou para ficar na Série A. Do jeito que está, ou não sobe ou não fica.

Contra o Bragantino, sofreu com uma arbitragem – errou nos dois pênaltis e na anulação do gol vascaíno – pior que sua própria atuação. Que explica o sofrimento, mas não justifica. Tinha que ser mais fácil. Menos sofrido.

Só não poderia ser menos Vasco. E tem sido.

Falta tudo ao time de Jorginho, principalmente cara de Série A. Tem menos do que na reta final de 2015, quando caiu. Corre o risco de subir ainda mais irreconhecível, como foi em 2014.

E voltou.

Neste sábado, se não fosse um Thalles que entregou mais do que podia e um Nenê que queria mais do que conseguia, novamente seria mais um.

E foi apenas 2 a 1, o que poderia ter sido algo a zero. Sem erro.  Nem do árbitro, nem do Vasco.

O Vasco mostrou que pode subir.

Demonstrou também que necessita mudar. Com urgência.



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