Um Vasco nada à Bangu



Jorge Henrique abriu o placar na vitória por 2 a 0 (Foto: Wagner Meier/LANCE!Press)

Jorge Henrique abriu o placar na vitória por 2 a 0 (Foto: Wagner Meier/LANCE!Press)

A expressão ‘à Bangu’ costuma ter uma conotação pejorativa. Significa desorganizada, feita de qualquer maneira. De tantas formas que podemos analisar o Vasco de Jorginho, certamente este é um dos termos que não se encaixam. Se o elenco ainda carece de mais opções, como time tem se mostrado muito bem treinado. Quando não vai na qualidade individual de Nenê, vai na coletiva do grupo. Só não vai à Bangu.

Julio lança e Madson cruza. Jorge centraliza e marca. De uma ponta a outra, como manda o script. De pé em pé, fazendo o jogo girar e a defesa adversária se movimentar. Mais hábito do que improviso – ainda que a presença de JH tenha sido pouco notada nas última partidas. Definitivamente não é mais à Bangu, como foi no início do Brasileirão do ano passado. Só se for o dos tempos de Arturzinho e Ado.

Não chega a ser à Barcelona, e nem precisa. Mas cada vez mais é à moda do Vasco. À la Jorginho. Até o cruzamento de Madson foi. Assim como Nenê tem tido algo de Zinho. E todos muito de Vasco.

O que há quase um ano atrás se resumia a lançamentos longo e jogadas – previsíveis – em velocidade pela direita, ganhou um leque de opções. Bola parada, triangulações na entrada da área, lances individuais, Andrezinho e Júlio César pela esquerda…

Não se expõem, se impõem. Não rifa, rufa. As arquibancadas e a charanga. Essa sim, à Bangu. Mas no bom sentido.



  • G

    Time de segunda divisão

    • Charles Ubiratan

      g de gay mesmo!

MaisRecentes

Pikachu ganha quatro posições no Troféu Ademir Menezes



Continue Lendo

O ‘chef’ Milton Mendes



Continue Lendo

Vasco rescinde com atacante do sub-20



Continue Lendo