Um Vasco a curto prazo



Leandrão carimbou a trave (Foto: Divulgação/Vasco)

Leandrão carimbou a trave (Foto: Divulgação/Vasco)

O Vasco voltou a vencer. Fora de casa, contra o Londrina, por 1 a 0, ‘limpando’ a derrota em São Januário do último fim de semana, para o Paysandu. Mas não voltou a jogar.

O time nos últimos jogos entra em campo atrás de uma eventualidade. O acaso. Uma bola sorrateira que busque o caminho do gol, como um jogador de sinuca que espalha as bolas na tacada inicial torcendo para que uma caia. E depois para.

Acertar a caçapa não é difícil, complicado é fazer de cada lance uma ‘matada’ em potencial. E a equipe de Jorginho não tem conseguido. Mal dá quina, apesar do arremate de Leandrão na trave.

O Cruz-Maltino vinha tentando exercer uma falsa superioridade mantendo a posse de bola, mas nem isso tem sido capaz. Troca muitos passes, quase sempre laterais. Ou seriam ladeirais? Para trás, em declínio.

Não envolve e não desenvolve. Em alguns momentos, dá demonstrações de que já subiu ou que é apenas um rito de passagem. Deveria ser, mas não é. É futebol e traz surpresas. Boas e ruins. Cabe ao clube evitar a segunda. Em todos os sentidos.

Após duas derrotas em três rodadas, a torcida vascaína precisava de mais que um gol casual para renovar seu espírito para a disputa, baixo astral por si só. Não veio. Mas é a velha questão do jogar bem e perder ou jogar mal e vencer?

A curto prazo, os três pontos são mais do que bem vindos para o time. A longo, precisa apresentar mais.



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