Só restou a fé



Fé. Ponto. (Foto: Bruno de Lima/LANCE!Press)

Fé. Ponto. (Foto: Bruno de Lima/LANCE!Press)

Acreditar; confiar, supor, julgar possível. Crer.

Aos vascaínos sobrou sonhar. Com pouca convicção, mas com muita paixão.

‘Eu escolhi acreditar’, diz a faixa. ‘Só restou a fé’, seria a minha.

‘Acreditar’ dá a falsa impressão de que pensa ser provável, mas não é. Só um milagre salva, e esse tipo de ação está diretamente ligada as crenças e religiões, não à intuição. O campo a ser trabalhado agora é o espiritual, só uma intervenção divina impede a queda.

Fé!

Acreditar que esse time do Vasco é capaz de vencer dez partidas, é um erro de análise. Porém, ter fé que o clube é capaz de se reerguer, é uma obrigação quase que moral do torcedor, ainda que isso traga mais dor durante o tortuoso percurso.

É a expectativa que causa a frustração. Mas são as batalhas, e não o fim da guerra, que apontam o vencedor.

Ninguém pode tirar a fé da torcida. Coração é músculo, não se engessa.

O vascaíno tem todo o direito de acreditar no improvável, de sonhar com o impossível e de rezar para que o milagre aconteça. Está na cartilha que cada um recebe depois que pisa num estádio ou quando veste seu primeiro uniforme.

Ter fé é tanto direito quanto dever.

A loucura não está no acreditar, mas sim no se abster. Torcer é ação, não omissão. Por mais doloroso que às vezes seja.

Obs: Se você ainda está aqui, lendo matérias e colunas sobre o time, admita: você ainda tem fé. Mesmo não acreditando…



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