Série invicta do Vasco ganha cerveja em homenagem



Cerveja em homenagem ao Vasco (Foto: Templários Vascaínos/Divulgação)

Cerveja em homenagem ao Vasco (Foto: Templários Vascaínos/Divulgação)

Já pensou em imortalizar grandes momentos do seu clube do coração em cervejas artesanais produzidas por você? Pois é exatamente o que a Templários Vascaínos faz.

Criada pelos irmãos Moisés e Fernando, de Blumenau, Santa Catarina, em 2014, a Templários lançou esta semana sua 10ª cerveja, a Invencíveis Beer. Com 7,6% de álcool, é uma cerveja Saison, tipo produzido inicialmente na Bélgica, nos meses mais frios, para consumo em épocas de chuva.

A ideia dos cruz-maltinos foi homenagear o grupo que ficou 34 partidas sem perder sob o comando de Jorginho, quebrando o recorde de jogos oficiais do Vasco e quase igualando a marca do histórico Expresso da Vitória, que ficou invicto por 35, porém, contando amistosos.

Anteriormente, o grupo já havia criado outras nove cervejas homenageando jogadores e personalidades vascaínas. São elas: a Valdiram, Cazalbé, Thallesmã, Quiñonez, Barbosa, Pedrinho, Ipojucan, GibaSilva (em referência a Gilberto e Rafael Silva, autores dos gols da final do Carioca de 2015) e Pai Santana.

Gostou? Mas não vá se animando muito. A Templários produz apenas para consumo próprio, entre amigos e parentes. Ah, e claro, vascaínos. A cada nova cerveja, o grupo produz cerca de 60 litros. Ou seja, um pouco menos de 2 litros por cada rodada sem derrotas na série invicta. Para degustar, vai ter que virar amigo dos caras.

E para completar as homenagens, tive a honra de ser convidado pelos irmãos para escrever um pequeno texto sobre a cerveja e o momento vascaíno vivido na série invicta. Claro, aceitei. Segue abaixo:

‘Não há no mundo alguém que não tenha se sentido invencível após algumas cervejas. Intocado pela tristeza e banhado por nobreza. Entre goles e gols, os vascaínos se acostumaram a se sentir assim.

Por 34 rodadas, daquelas que se pedem sem nunca querer a saideira, entre abraços amigos e brados embriagados, o Vasco se manteve. Ébrio de alegria.

Por quase oito meses, a única ressaca conhecida pelas bandas de São Januário foi aquela acompanhada de um bom cheiro de churrasco e o delicioso gosto da vitória na boca. O acordar dos campeões.

Durante mais de 200 dias, os vascaínos se embebedaram de invencibilidade. A invisível felicidade, degustável apenas por quem tem sensibilidade.

Há quem diga que cerveja é amarga. Eu não tenho dúvidas que ser invencível é saboroso. A Invencíveis é. Tem gosto de vitória. Quem não gosta?’



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