Que saudades eu estava desse Vasco



Vasco foi soberano sobre o Bangu (Foto: Wagner Meier/LANCE!Press)

Vasco foi soberano sobre o Bangu (Foto: Wagner Meier/LANCE!Press)

Que saudades eu estava desse Vasco…

Que saudades eu estava de ver a Colina cheia e reluzente. Que saudade eu estava de ver essa torcida feliz e contente (a rima foi sem querer).

Que saudades eu estava de ver um time que respeita mas que não se dobra. Uma equipe que pondera, mas ataca. Estava com saudades de ver um atacante cortar um cruzamento na nossa linha de fundo. Saudade que eu estava de ver o time se impôr sem se arriscar.

Nesta sábado, foi dia da defesa decidir, o meio de campo se empenhar e o ataque não desistir (de novo, sem querer a rima).

Como é bom ver o Vasco sendo Vasco.

Sim, era o Bangu, Aliás, um Bangu organizado de tal forma que incomodaria qualquer um. Aliás – novamente -, o que está fazendo o Almir que não está num clube de um escalão maior? Joga o fino, foi bem em todos os jogos contra grandes. E contra o Gigante não foi diferente. Mas era dia de Vasco.

Triangulações com os laterias, jogadas em velocidade, Gilberto aparecendo em toda bola possível no ataque – incansável -, a defesa segura e decisiva… Foi 2 a 0 mas poderia ter sido mais. Foram dois de cabeça, de zagueiros, mas poderia ter sido mais, com a bola rolando e em jogadas trabalhadas. Chances não faltaram.

Quem assistiu apenas os gols não teve dimensão da superioridade vascaína.

O Vasco criou. Muito! Pelos lados, pelo meio, com os apoiadores, os laterias e os atacantes. Teve alternância, imprevisibilidade, trabalho em equipe, inversão de posição… Deu gosto de ver!

São Januário com bom público, ídolo – sim, craque recebe o título antes mesmo de pisar em campo (quadra/society) – sendo apresentado para a torcida na Colina, e não num salão para jornalistas, time sendo impulsionado pelos vascaínos, torcedores embalando o time, vitória soberana, jogadores dando um show de entrega…

Um grupo afim de ganhar e não esperando os três pontos caírem do céu. Essa é a pegada que tem que ser mantida. E esse foi o espírito neste sábado. O time entendeu e a torcida correspondeu.

Os pessimistas seguirão desmerecendo e falando que não é um time à altura da história do clube. Concordo. Mas afinal, estamos montando um time para ganhar o Carioca 2015 ou para vencer o Vasco de 98? Tenho certeza que é a primeira opção.

Se formos comparar a expectativa antes da bola rolar na temporada e a de agora, é indiscutível que estamos alguns degraus acima. Ideal? Ainda não. Mas em progressão.

Contra o Bangu, venceu a organização, o empenho, a entrega e o jogo coletivo, entre time e torcida. Lindo! Que seja uma constante e não uma exceção.

Quando tudo flui, São Januário vive tardes perfeitas. Essa foi uma delas. Inclusive pela bela homenagem à Luan, Isso é Vasco!

Saudações vascaínas! /+/

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