Pontas perdem espaço na nova formação de Milton Mendes



Kelvin ainda se recupera de lesão (Foto: Paulo Fernandes/Vasco)

Kelvin ainda se recupera de lesão (Foto: Paulo Fernandes/Vasco)

O 4-2-3-1, com dois jogadores bem abertos pelos lados e Nenê pendulando, parece estar mesmo com os dias contados em São Januário. Função com uma das maiores rotatividades até agora na temporada, os pontas perdem espaço no 3-6-1 que vem sendo treinado por Milton Mendes no Vasco, em razão da liberdade dada aos laterais.

Guilherme Costa, Kelvin, Yago Pikachu, Manga, Eder Luis, Muriqui, Escudero e até Andrezinho atuaram nesta posição durante o Carioca e a Copa do Brasil. Nenhum, porém, se tornou titular incontestável, apesar de alguns terem vivido bons momentos.

A briga que antes era na ponta, agora é na ala, a novidade do esquema.

Guilherme já foi testado algumas vezes como lateral-esquerdo na reta final do Estadual. A mesma mudança poderá ter Pikachu, lateral de origem. Com mais liberdade como ala, o jogador volta a brigar por posição com Gilberto, que oscilou em seus primeiros jogos pelo clube.

Uma formação mais cautelosa com Henrique e Gilberto, podendo se tornar ofensiva com Guilherme e Yago, parece ser a ideia do treinador, que ganha na criação no meio com Wagner e Nenê atuando juntos. Além disso, fortalece sua saída de bola, com os três zagueiros e dois volantes de mais qualidade no passe, como Douglas Luiz e Bruno Paulista, caso o último tenha sua situação definida.

O Vasco muda em busca de uma identidade. É uma ideia audaciosa para o atual futebol brasileiro, que pouco utiliza essa formação, mas que pode dar certo. Tudo é questão de treino. E tempo pra isso o time tem tido.

Possível formação do Vasco para a estreia do Brasileiro contra o Palmeiras (Foto: Montagem/blog)

Possível formação do Vasco para a estreia do Brasileiro contra o Palmeiras (Foto: Montagem/blog)

 



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