O tal do pé direito



Jorge Henrique marcou o gol da vitória. De direita... (Foto> Henrique Pupo/Fotoarena/LANCE!Press)

Jorge Henrique marcou o gol da vitória. De direita… (Foto> Henrique Pupo/Fotoarena/LANCE!Press)

Pé direito, pé de coelho, pé de apoio… Pede com mais força que precisa. Pede mais ímpeto que ganha!

Pé direito para começar, nada de esquerdo. Pé direito de Jorginho para cruzar as barreiras e virar a página. Aproveita e pede mais benção para proteger. Não importa a religião, fique de portas abertas e pés no chão.

Pai Santana e os outros pais. Pede mais pelos vascaínos, pedintes de atenção e carinho. Põe sal grosso e pisa no chão. Marca o ponto. Chega e pronto.

Pede direito para o cara que ele resolve.

Deus? Pode ser, ou então “O Cara”, o Baixinho. Aposentou? Tranquilo, serve a ‘réplica’. Pequeno e potente, pode ser? Pode!

A torcida do Vasco pediu mudança, Jorginho pediu para o homem lá de cima, e pôde estrear com aquele pé direito que por anos foi decisivo. Vários pés, para começar a acabar com essa história sem pé nem cabeça.

O pé de Jorginho foi quente. O de Julio dos Santos, preciso. Já o de Riasco teve sorte, mas quem liga? O de Jorge Henrique usou a força. O de Martín Silva, logo no início, salvou a mudança no placar. Pés-direitos que pedem a torcida: ‘Continuem conosco!’.

Pedido feito e atendido. Pede que eles vão.

Pena de quem não foi. Pecadores…

Pé de quem não aguenta mais ficar de joelhos.  Pé de quem pretende lutar em pé, no pé de ferro, evitando a pá de cal.

O pé direito, desta vez, funcionou. E o direito de ficar em pé, desta vez, prevaleceu.

Pede direito que vai…



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