Jorge Henrique, o chato eficiente



Internacional foi o último clube de Jorge Henrique (Foto: André Chaco)

Jorge Henrique disputou 4 jogos pelo Inter no Brasileiro (Foto: André Chaco)

Jorge Henrique não é um jogador carismático, principalmente do ponto de vista do adversário. Jorge Henrique é chato. Não pessoalmente – não o conheço -, mas em campo. É um jogador que incomoda, irrita, e tira o sossego do rival.

Provável reforço do Vasco – deve ser anunciado nesta quinta -, o atacante chegará para ser a verticalidade que falta ao time, aquele jogador de beira de campo, que parte pra cima da marcação e busca o drible, mas que não deixa a marcação de lado. Mais experiente, já não tem o mesmo pique dos tempos de Botafogo e Corinthians, mas aprendeu a ser eficiente também sem a bola.

Jorge Henrique era um ‘mala’ com a redonda nos pés, sempre ciscando, cavando faltas e forçando as jogadas. Hoje é também um carrapato na marcação, um jogador taticamente importante para qualquer esquema tático, ajudando na transição rápida entre as linhas. Individualista no início da carreira, o novo contratado agora é peça de grupo. Um coringa, por que não?

Pode não ser a contratação dos sonhos do torcedor, mas certamente agrada a maioria dos treinadores. Se não é um jogador fantástico em nenhum fundamento, exerce bem vários deles, principalmente os táticos.

A equipe do Vasco é pragmática, previsível ofensivamente. As chegadas de Nenê e Jorge Henrique tendem a mudar esse panorama. Incomodar é preciso.



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