Irmão de R10, primo de Messi e filho do Romário: Vasco e os parentes de famosos



Emanuel Biancucchi tenta fugir da sombra de Messi (Foto: Wagner Méier/LANCE!Press)

Emanuel Biancucchi tenta fugir da sombra de Messi (Foto: Wagner Méier/LANCE!Press)

Emanuel Biancucchi chegou ao Vasco tentando driblar as perguntas e comparações com o primo famoso, mas é inevitável não associar à Lionel Messi. E o novo reforço vascaíno não é o único nessa situação. Romarinho, filho de Romário, é outro que ‘sofre’ com o parentesco.

Mas se engana quem pensa que esse tipo de relação é uma novidade em São Januário. Até pouco tempo atrás, por exemplo, Rodrigo e Andrey, filhos de Roberto Dinamite e de Geovani, o Pequeno Príncipe, faziam parte das divisões de base do clube.

Mas a história é mais antiga e longa do que os fatos mais recentes.

Herói do título carioca de 1988, Cocada vivia à sombra de seu irmão famoso, o atacante Müller, que brilhara pelo São Paulo anos antes e na época defendia o Torino, da Itália. Apesar de mais velho, o xodó vascaíno não atingiu o mesmo sucesso que seu ‘brother’, apesar de ter sido eternizado na memória do torcedor da Cruz de Malta pelo gol marcado contra o Flamengo.

Léo Lima também entra nesta lista. Autor do cruzamento de letra que resultou no gol do título carioca do Vasco em 2003, o meia é bisneto de Isaías, que atuou pelo Gigante na década de 40, e formou um trio ao lado de Lelé e Jair da Rosa Pinto, que ficou conhecido como os Três Patetas.

Com menos destaque, o zagueiro Breno, filho do ex-volante Zé do Carmo, também passou pela Colina, em 2007. Três anos antes, Felipe Adão, filho do ex-atacante Cláudio Adão, encerrava sua passagem pela base do Vasco, após despontar bem na Copa São Paulo de 2004.

Na década de 90, alguns outros casos também ficaram marcados.

Alexandre Torres, filho de Carlos Alberto, capitão do Tri pela Seleção Brasileira em 1970, surgiu no Fluminense mas se transferiu para a Colina em 1991. Fez parte do time tricampeão carioca em 92/93/94 e retornou ao clube em 2000, para ajudar na conquista dos títulos Brasileiro e da Mercosul.

Poucos devem se lembrar, mas em 1997, quando conquistou o tricampeonato brasileiro, o Cruz-Maltino contava com o jovem atacante Espíndola, de 22 anos. Ele entrou no segundo tempo da partida contra o Santos, naquela edição do Brasileiro, e não mais atuou. O jogador em questão é irmão do goleiro Julio César, ex-Flamengo, Seleção Brasileira, e que atualmente defende o Benfica.

Em 1996, foi a vez de Assis, irmão de Ronaldinho Gaúcho vestir a camisa vascaína. R10 ainda era uma criança quando o meia foi titular do meio-campo do Vasco no Campeonato Carioca daquele ano, mas com pouco brilho. Na época, a referência era Assis.

No ano seguinte, subia da base vascaína o atacante George, irmão do artilheiro Jardel, que três temporadas antes marcou os gols do Vasco na final do Carioca, contra o Fluminense e garantiu o tricampeonato cruz-maltino. Ao contrário de seu ‘mano’, o também atacante não chegou a balançar as redes em nenhum dos 11 jogos que disputou pelo clube em 97.

Agora fica a torcida para que Biancucchi possa fazer o próprio nome no Vasco e quebrar a sequência de insucessos de parentes de famosos no clube. Já imaginaram: cruzamento do primo do Messi e gol de cabeça do filho de Romário? No mínimo inusitado e curioso.

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