A ineficiência ofensiva do Vasco



Pikachu teve duas oportunidades, mas errou o passe final (Foto: Paulo Fernandes/Vasco)

Pikachu teve duas oportunidades, mas errou o passe final (Foto: Paulo Fernandes/Vasco)

Escrevi, após o empate deste sábado entre Vasco e Chapecoense, sobre a dificuldade dos cruzmaltinos em marcar gols. Na ocasião, citei, entre outras coisas, que o time jogava as oportunidades para fora como se fossem camisas velhas. E fui atrás de números que corroborassem essa impressão. Achei.

De acordo com dados do Footstats, o clube de São Januário tem o 3º pior aproveitamento na relação finalização/gol. Para estufar as redes, a equipe precisa, em média, de 12,5 tentativas. Apenas Avaí (14,9) e Atlético Goianiense (13,9) possuem desempenhos inferiores.

Nos 26 jogos já disputados, os vascaínos tentaram 325 finalizações, acertaram apenas 105 no alvo e marcaram somente 26 gols – 4º pior ataque.

Andrés Rios, autor do gol, por exemplo, acertou suas primeiras finalizações no alvo neste fim de semana, em sua 6ª partida. Uma foi na rede. A outra, sem goleiro, parou no zagueiro. Todas as outras oito tentativas do atacante, somando todos os seus jogos, foram para fora.

Após a partida contra a Chape, Zé Ricardo destacou a evolução do time em relação ao duelo com o Sport, na rodada anterior. Justo, houve melhora. Porém, o próprio treinador já havia dito que a atuação contra os pernambucanos não poderia servir como parâmetro, já que foi uma partida muito ruim. É bom, mas ainda é insuficiente. Tem faltado capricho e calma para definir.

O Vasco segue ineficiente na hora de decidir seus jogos. Inclusive quando produz para isso.



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