DNA Messi resolve para o Vasco



Biancucchi decidiu para o Vasco (Foto: Wagner Meier/LANCE!Press)

Biancucchi decidiu para o Vasco (Foto: Wagner Meier/LANCE!Press)

‘Jogo catimbado sempre favorece os argentinos’. Com essa frase, muito dita pelo meu avô, descendente de alemães mas criado em Madureira, cresci ouvindo futebol. E certas máximas, por mais que o esporte mude, serão eternas. Essa é uma delas.

Vasco e Avaí foi assim, com cara de jogo sul-americano, pegado, disputado, intenso e, no fim, decidido por um argentino. Um não, na verdade dois: Guiñazu e Emanuel Biancucchi.

Com dez minutos de jogo, o Vasco já havia balançado as redes duas vezes, porém, anulados pela arbitragem. Uma delas, erradamente. Riascos e Jhon Cley também perderam boas oportunidades. Após a pressão vascaína inicial, o goleiro do Avaí já buscava gastar o tempo.

Mas se a ideia era fazer uma partida catimbada e confusa, nada melhor que alguns argentinos em campo. Celso Roth tirou o vaiado Jhon Cley e colocou Emanuel Biancucchi em campo na etapa final, quando o jogo já ganhava contornos ainda mais dramáticos.

Drama, porém, é algo que cai bem também nos tangos de Gardel. Estava preparado o cenário para um desfecho positivo nessa história.

Guiñazu, o símbolo da raça argentina, iniciou a dança. Gilberto fez a ‘media vuelta’ e deixou Biancucchi livre para ‘solar’. A carregada de canhota, a entrada em diagonal e o chute perfeito, colocado, no ângulo, não enganam: o DNA de Messi está lá. Ainda que em níveis baixos.

No atual futebol brasileiro, mais vale 1% de Messi que 100% de Jhon Cley.



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