Dez motivos para acreditar no título do Vasco



Rafael Silva Botafogo-Rafael-Wagner-Meier-LANCEPress_LANIMA20150426_0247_52
Todo torcedor que se preze tem um quê de superstição em si. Como dizem: ‘Não há ateu quando um avião está para cair’. E uma final de campeonato é quase isso. Aliás, futebol é algo bem semelhante a isso, um turbilhão de emoções.

Quando a bola rola – ou até mesmo antes -, todo mundo se apega à alguma coisa: números, estatísticas, amuleto da sorte, pé de coelho, cueca rasgada, histórias, coincidências, posição na poltrona… Tudo é motivo para acreditar, ter fé e até mesmo fazer uma previsão do que está por vir. Mas, obviamente, cada um olha o seu lado.

Como bem disse certa vez o folclórico/mito/lenda Neném Prancha: ‘Se macumba ganhasse jogo, Campeonato Baiano terminava empatado’. E é bem por aí. No fim, sabemos que quando a bola rola, toda história começa a ser reescrita. Não há mal que sempre dure e nem bem que não acabe, já diz o ditado.

Tabus está aí para serem quebrados e jejuns para serem encerrados.

Os botafoguenses se apegam ao fato de não perderem uma final para o Vasco desde a Taça Guanabara de 1965. Relembram as finais de 90 e 97, dos gols de Carlos Alberto Dias e Dimba. Outros garantem que o jejum de 12 anos do Cruz- Maltino sem vencer o Estadual pode pesar e recontam a velha história de vice e etc.

Mas e do lado vascaíno, nada à favor? Nenhum número ou histórico para se agarrar? Claro que tem.

Há quem não goste de ver o time entrando em campo com a vantagem do empate, porém, o último título vascaíno no Carioca saiu exatamente assim. O Gigante venceu a primeira partida contra o Fluminense por 2 a 1 e, de quebra, repetiu o placar no duelo seguinte.

Aliás, atuar com a vantagem não é uma novidade. No histórico gol de Cocada contra o Flamengo, em 88, os cruz-maltinos também precisavam apenas empatar para ficar coma taça, mas o golaço do lateral deu toque todo especial a comemoração.

No Brasileiro de 97, novamente a vantagem ao nosso favor. Dois empates em 0 a 0 com o Palmeiras e o tricampeonato nacional chegava a Colina.

Além de já ter conquistado diversos outros títulos atuando com o ‘privilégio’ da igualdade no placar, outros números e curiosidades também podem servir para os vascaínos mais supersticiosos se apegarem:

– Na história do confronto, o Vasco possui 51 vitórias a mais que o Botafogo – 139 x 88. É a maior supremacia de um time nos clássicos do Rio de Janeiro.
– O Vasco nunca ficou mais de 12 anos sem vencer um Carioca.
– Vasco não sofre gols há três clássicos.
– Vasco não perde há quatro clássicos.
– Nos últimos 11 clássicos válidos por competições oficiais, o Vasco sofreu apenas uma derrota. Foram seis empates e quatro vitórias.
– Vasco não perde para o Botafogo desde 2013 (há 4 jogos).
– Vasco não perde por mais de um gol de diferença desde novembro do ano passado.
– Vasco não perde um clássico por mais de um gol de diferença desde 2013
– A dupla Luan e Rodrigo sofreram apenas duas derrotas em 36 jogos juntos pelo Vasco
– Desde 2005 o time que perdeu o primeiro jogo da final não é campeão carioca. A última vez foi uma ‘ virada’ do Fluminense sobre o Volta Redonda. Ou seja, quem sai na frente, tem terminado na frente.

FACEBOOK – https://www.facebook.com/BlogDoGarone
TWITTER – https://twitter.com/BlogDoGarone



MaisRecentes

Ríos se torna o 2º estrangeiro com mais gols pelo Vasco na história do Brasileiro



Continue Lendo

As duas faces de um empate



Continue Lendo

Artilheiro do Vasco, Pikachu vem tendo sua maior média de gols da carreira



Continue Lendo