Contas e contos vascaínos



Julio César abriu a conta (Foto: Wagner Meier/LANCE! Press)

Julio César abriu a conta (Foto: Wagner Meier/LANCE! Press)

Os matemáticos contam que o número cabalístico é 45. Contam quantos dias faltam para a queda do Vasco com suas probabilidades visando a tal somatória. Eu te conto que dá para sonhar. A conta é outra.

O time entra em campo e a torcida canta. Madson, pelo canto, acha Julio César, na outra ponta. O chute sai certeiro, no canto esquerdo, e abre a conta no Maraca. Aberta a contagem.

A conta de Jorginho começa a fazer sentido. Um de cada vez. Ou melhor, três por rodada.

O canto da arquibancada incentiva. Os contras na televisão secam. As crenças se disseminam. E o time acaba contagiado.

Contra a lógica dos números, respira.

A calma de Nenê contrasta com o choro compulsivo dos adultos nas arquibancadas. De alegria. Mais um. Ou melhor, menos três. A conta é regressiva. Não para os 45, mas para o fim do calvário. Não há conta fechada com 13 rodadas para rolar.

A conta não são os 45. É ficar na frente de pelo menos quatro. Mas isso quase ninguém se dá conta. O canto não pode parar, a conta também não pode deixar de somar.

O resultado final, só no fim será revelado. Não dá pra fazer 45 num dia, mas dá pra fazer três por jogo. Essa é a conta. O resto é conto pra boi dormir.



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