Como funciona o ataque do Vasco?



Gilberto e Madson tem tido atuações destacadas pelo Vasco (Foto: Marcelo Sadio/Vasco.com.br)

Gilberto e Madson tem tido atuações destacadas pelo Vasco (Foto: Marcelo Sadio/Vasco.com.br)

O Vasco marcou gols nos últimos 14 jogos que disputou no ano, tendo passado em branco apenas no clássico com o Flamengo disputado em Manaus, na estreia da temporada. De lá pra cá, foram 14 partidas e 24 gols marcados, média inferior a dois por jogo.

Apesar da regularidade, a equipe tem se mostrado com dificuldades para criar e armar jogadas de perigo que não sejam através de bolas paradas. E os números mostram isso.

Fiz uma análise detalhada de como os gols vascaínos tem surgido neste início de ano, desde a criação, o momento da partida, até a finalização. Confira!

GOLS DO VASCO EM 2015

TEMPO DE JOGO
0-15 minutos – 2 (8%)
15-30 minutos – 5 (21%)
30-45 minutos – 6 (25%)
45-60 minutos – 4 (17%)
60-75 minutos – 2 (8%)
75-90 minutos – 5 (21%)

ORIGEM
Jogadas pelo meio – 1 (4%)
Jogadas pela direita – 5 (21%)
Jogadas pela esquerda – 3 (12%)
Cruzamento na bola parada – 8 (33%)
Gols de falta – 3 (13%)
Gols de pênalti – 4 (17%)

POSIÇÃO DA FINALIZAÇÃO
Dentro da área – 17 (71%)
Fora da área – 7 (29%)

FORMA DE FINALIZAÇÃO:
Pé direito – 15 (63%)
Pé esquerdo – 2 (8%)
Cabeça – 5 (21%)
Gols contra – 2 (8%)

Ao avaliar estes dados, notamos algumas curiosidades. Por exemplo, quase metade dos gols do time – 11 no total – saíram entre os 15 e os 45 minutos do primeiro tempo. Outro detalhe é que nenhum gol de cabeça foi marcado em uma jogada de bola trabalhada, com os laterais executando o cruzamento. Todos os gols de bola aérea saíram após cobrança de escanteio, falta ou até mesmo lateral, como o gol de Dagoberto, contra o Nova Iguaçu, após rebote da zaga.

Ou seja, o chuveirinho que a equipe tem insistido nas últimas partidas, muitas vezes em ligações diretas da defesa, não têm resultado em nada. Com a bola parada, ok. No levantamento de qualquer jeito, não.

Outro dado importante é a falta de jogadas iniciadas pelo meio, onde falta um camisa 10. Somente um gol nasceu de um lance por aquele setor, todos os outros foram criados pelo lado de campo, como o gol de Gilberto após belo lançamento de Madson, contra o Botafogo.

Aliás, o lado direito tem sido a segunda arma mais eficiente do Vasco, ficando atrás apenas da bola parada. Mais de 20% dos gols do Cruz-Maltino nasceram por ali.

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