Com pior média dos últimos 45 anos, reforçar o ataque precisa ser prioridade no Vasco



Luis Fabiano não conseguiu uma sequência em 2017 (Foto: Delmiro Junior/Raw Image)

Vaga na Libertadores, base mantida, jovens promessas em ascensão… Em campo, o momento do Vasco é positivo para este início de temporada. Entretanto, isso não quer dizer que o time não necessite de reforços. Principalmente no ataque.

A melhora nos resultados no Brasileirão surgiram após a consistência defensiva conquistada com as chegadas do técnico Zé Ricardo e do zagueiro Anderson Martins, que contribuíram para o crescimento do futebol de Madson, Breno e Wellington. Na frente, a média de cerca de um gol por jogo foi mantida. A defesa é que parou de sofrer.

A equipe terminou o Campeonato Brasileiro apenas em 15º no ranking do Footstats dos clubes com mais finalizações certas (164) e a 4ª pior média de acertos (34,9%). Muito pouco para quem terminou a competição na 7ª colocação.

Em 2017, o Vasco teve ainda a sua pior média de gols em uma temporada desde 1972. Foram apenas 65 bolas na rede em 60 partidas disputadas, terminando com um aproveitamento de 1,08 por jogo. Em 72, com Tostão no ataque, o time de São Januário marcou 73 vezes em 72 confrontos – 1,01/j.

Desde então, sempre teve desempenhos melhores. No ano de sua última Libertadores, por exemplo, em 2012, marcou 107 gols em 68 jogos, obtendo uma média de 1,57 tentos por duelo. Ainda assim, terminou o ano sem títulos.

Com Luis Fabiano ainda sem conseguir emplacar uma sequência de jogos, Thalles fora dos planos e Andrés Ríos sem convencer, a busca por um centroavante que consiga dar conta da ausência – cada vez mais constante – de Fabuloso é imprescindível. Kieza e Cristaldo não me parecem os nomes ideais para assumirem esse papel em uma Libertadores. Riascos, idem.

Com menos de um mês para a estreia na competição continental, o Vasco precisará de criatividade e olho clínico para achar boas opções no mercado.



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