Churrasco vascaíno



churrasco-tradicional
Como uma criança esfomeada numa churrascaria, o Vasco foi às compras no início do ano. Foram mais de 20 contratações nestes seis meses de 2015. Sem grana para costela, coração e filé-mignon, encheu o bucho de linguiça e pão de alho.

Nada contra os pratos ‘menos nobres’, caem bem dentro de uma refeição mais ampla, mas ficar só nisso enquanto a mesa ao lado encara uma picanha argentina no alho é maldade… Para quem estava faminto no início do ano, o que foi servido até que satisfez. Afinal, em época de vacas magras, né…

Mas o apetite continua.

Com a barriga estufada e o cartão de crédito no limite, o Cruz-Maltino agora é obrigado a fazer uma dieta. Não só para salvar os cofres, mas para passar a se alimentar melhor. No Carioca, deu para saciar a fome com alguns drumets e até uma ou outra peça de alcatra, mas para o Brasileiro já vimos que será necessário mais qualidade que quantidade.

É melhor ter um salmãozinho na janta do que 20 kg de acém parado e estragando sem ninguém fazer uso. No fim, o gasto é o mesmo, o sabor é que muda. Para quem tem um paladar aguçado, como a torcida do Vasco, isso faz a diferença.

Com 32 rodadas – não rodízios – pela frente, a diretoria agora corre contra o tempo para abrir espaço no cardápio vascaíno. É necessário subir o nível do churrasco para o Caldeirão voltar a ferver. O torcedor até deu uma beliscada no coxão mole, mas aguardando o prato principal que ainda não veio.

Chegou a hora de servi-lo.

Quem sabe um toque gaúcho ajude… Na vala, atualmente, o time já está…



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