Calma, muita calma nessa hora



Doriva precisa recuperar o psicológico do time (Foto: Cléber Mendes/LANCE!Press)

Doriva não pode deixar o elenco se abater (Foto: Cléber Mendes/LANCE!Press)

A água que caiu no Maracanã já foi escoada. Os gritos de raiva e xingamento já foram lançados, ouvidos e assimilados. Passou, vida que segue.

Perder um clássico para o maior rival é ruim. Jogando mal – no 2º tempo -, pior ainda. Mas perdemos quando podíamos, por mais que não devêssemos.

No início do ano, ninguém imaginava o Vasco brigando pelo título, então porque achar que seria de forma invicta? A derrota dói mais por ter sido contra o arquirrival, é algo pontual, relativa a esta partida específica, não pode apagar a campanha que vinha tendo até o momento.

Éramos líderes e invictos até o fim de semana e agora já somos postulantes ao rebaixamento? Menos, bem menos.

O Vasco agora vive a sua realidade. Um time ainda em formação, que erra muito, mas que é capaz de fazer frente a qualquer outro do Rio, inclusive àquele que lhe derrotou.

Nem tão bom que me faça sorrir, nem tão ruim que ma faça chorar. Mas esforçado de uma maneira que me faz acreditar.

Não temos uma equipe para ser campeã invicta, mas temos para entrar tranquilo no G4 e brigar nas finais de igual pra igual. Ganhar e perder faz parte do jogo. E se as vitórias não eram motivo para euforia, não será uma derrota que deverá instaurar o desespero na Colina.

Mais uma vez, vimos que não há bichos de sete cabeças no campeonato. Estamos no páreo, basta não vacilar.

Lembrem-se: não há mal que sempre dure e nem bem que não se acabe. Ainda tem muita água para rolar.

Juntos, até o fim!

Saudações vascaínas! /+/

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