Análise tática: Vasco 1×1 Flamengo



Madson teve trabalho com Sheik (Foto: Paulo Sérgio/LANCE!Press)

Madson teve trabalho com Sheik (Foto: Paulo Sérgio/LANCE!Press)

Não foi, mais uma vez, uma partida taticamente perfeita. Muito menos sem erros ou com um futebol bonito e ofensivo. Foi, mais uma vez, na base do coração e da vontade.

Assim como no primeiro jogo, Vasco e Flamengo fizeram uma partida tensa e equilibrada, porém, com algumas mudanças de postura, principalmente por parte dos rubro-negros. Ao contrário do duelo anterior, o Fla cedeu a bola para o Cruz-Maltino e recuou o time, atraindo o avanço vascaíno para explorar a velocidade de seus meias e atacantes no contra-ataque.

Análise Flamengo - 3ª jogada
A tática deu certo, principalmente nos primeiros minutos, quando time da Gávea foi superior e conseguiu chegar ao seu gol. Com o adversário recuado, o Vasco teve dificuldades na saída de bola, abusando da ligação direta e quase sempre rifando a jogada. Sabendo que Serginho e Guiñazu são os principais responsáveis pelo toque no meio-campo, Oswaldo de Oliveira fortaleceu a marcação nos dois, obrigando os zagueiros vascaínos a buscarem lançamentos longos.

Análise Flamengo - 4ª jogada
Diferente do jogo de ida, a equipe de Jorginho não conseguiu compactar suas linhas – principalmente na 1ª etapa -, dificultando ainda mais a vida dos homens de frente e expondo mais a defesa. Na primeira partida, Julio dos Santos e Jorge Henrique se juntaram aos laterais para ajudar na marcação, algo que pouco ocorreu dessa vez. Por ter mais posse de bola, os dois acabaram se lançando mais à frente, não tendo tempo para recompor quando o adversário contra-atacava.

Análise Flamengo - 1ª jogada

Somente após as saídas de Guerrero e Ederson que as ações se equilibraram, com os cabeças de área do time de São Januário tendo mais liberdade para procurar os meias e o atacante. Ainda assim, criar jogadas ofensivas continuou sendo uma batalha. Riascos não conseguiu prender a bola no ataque como no primeiro jogo, impedindo que Nenê, Madson, Julio e Jorge Henrique se aproximassem para tabelar.

Análise Flamengo - 6ª jogada
Num dos raros momentos em que o trio ofensivo se aproximou para trocar passes, a jogada saiu e Jorge Henrique teve a chance de marcar, mas o camisa 11 preferiu tentar cavar o pênalti, corretamente não marcado pela arbitragem.

Análise Flamengo - 5ª jogada
De positivo, além da repetição do esquema e da escalação, ficou a volta da eficiência na bola parada. Além do gol, em outras duas oportunidades o Cruz-Maltino teve a chance de estufar as redes em cobranças de escanteio e de falta. Esta foi uma das principais armas da equipe no Carioca, mas que perdeu força no Brasileiro.

Análise Flamengo - 7ª jogada



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