A formação do elenco do Vasco campeão da Libertadores de 98



Mauro Galvão levanta a taça de campeão (Foto: Arquivo LANCE!)

Mauro Galvão levanta a taça de campeão (Foto: Arquivo LANCE!)

Foram 100 anos desde a sua fundação até o seu título mais emblemático. Na caminhada pela Libertadores, 28 jogadores entraram em campo nas 14 partidas que definiriam o Vasco como o melhor time da América do Sul no ano de 1998. Mas não foi de um dia para o outro que o elenco campeão foi montado.

Os primeiros a assumirem seus postos de titulares foram Carlos Germano e Luisinho, ainda em 1991. Ou seja, quase uma década antes do grande triunfo.

No ano seguinte, Edmundo surgiria para o futebol mas ficaria por apenas uma temporada no clube antes de acertar com o Palmeiras. O Animal não fez parte do elenco da Liberta, mas foi peça fundamental no título brasileiro de 97, que garantiu uma vaga na competição.

Em pé: Carlos Germano, Tinho, Jorge Luís, Luisinho e Eduardo; Agachados: Luís Carlos Winck, Leandro Ávilla, C.A.Dias, Edmundo, Dinamite e Bismarck (Foto: Divulgação)

Em pé: Carlos Germano, Tinho, Jorge Luís, Luisinho e Eduardo; Agachados: Luís Carlos Winck, Leandro Ávilla, C.A.Dias, Edmundo, Dinamite e Bismarck (Foto: Divulgação)

Na campanha do tricampeonato carioca – 92/93/94 -, outros nomes surgiriam vindos dos juniores, como é o caso do zagueiro Alex Pinho e dos goleiros Márcio e Caetano. Os três se tornariam ‘eternos reservas’ do Cruz-Maltino, mas participando de todas as conquistas daquele período.

Após o tri, a equipe começou a passar por reformulações. Em meio às mudanças, em 1995, o clube contrata Juninho Pernambucano junto ao Sport, e acerta a vinda do volante Nélson, do Botafogo. Além dos dois, os meias Pedrinho e Richardson, ambos da base, passam a fazer parte do elenco profissional.

Juninho em sua estreia pelo Vasco em 95 (Foto: Reprodução)

Juninho em sua estreia pelo Vasco em 95 (Foto: Reprodução)

O time não vai bem e, em 96, Ramon e Edmundo chegam no segundo semestre para tentar levantar o Gigante que cambaleava no Brasileiro. E conseguem. Os dois se destacam nas rodadas finais e salvam o clube das últimas colocações.

As peças começavam a chegar.

Na temporada seguinte, já com uma base mais qualificada, o Vasco faz um bom Carioca – é quando Mauricinho retorna – mas perde para o Botafogo na final. Para o Brasileiro, o clube traz Mauro Galvão, Válber, Sorato e Evair, entre os nomes mais conhecidos. Para o Expressinho, que iria disputar a Copa do Campeões, uma penca de jogadores de times pequenos do Rio, como Cafézinho, Marçal, Marciel, Marcão – aquele mesmo ídolo do Fluminense – e tantos outros. Na ‘peneirada’ vascaína, Odvan e Nasa se destacam e começam a ser utilizados por Antônio Lopes.

Pimentel e Cássio, donos das laterais por quase todo os anos 90, também deixam o clube. Maricá e Felipe, ambos revelados em São Januário, ganham espaço. O camisa 6 se firma e vira ídolo, enquanto que o destro se reveza na titularidade com o veterano Válber e o outro jovem, Filipe Alvim. A cabeça de área também ganha dois novos nomes vindos do time júnior: Fabiano (Eller), que estreia como lateral-esquerdo, e Fabrício Eduardo.

Em pé: Sorato, Márcio, Germano, Alex, Galvão, Válber, Nélson e Odvan; Agachados: Edmundo, Maricá, Felipe, Pedrinho, Ramon, Mauricinho, Nasa, Juninho e Luisinho

Em pé: Sorato, Márcio, Germano, Alex, Galvão, Válber, Nélson e Odvan; Agachados: Edmundo, Maricá, Felipe, Pedrinho, Ramon, Mauricinho, Nasa, Juninho e Luisinho

O Vasco se sagra campeão nacional pela terceira vez em sua história, porém, perde sua dupla de atacantes para o ano seguinte. Edmundo, vendido à Fiorentina antes do fim da temporada, e Evair, em fim de contrato, deixam o clube e abrem espaço para Donizete e Luizão aportarem na Colina.

Inicialmente, os nomes não chegam com o peso de seus antecessores. Por conta disso, o clube tenta o empréstimo de seu antigo camisa 10 junto a equipe italiana. Sem sucesso.

Sem garantias de que a nova dupla ofensiva daria certo, a diretoria vascaína segue em busca de reforços no início do ano. Com a frustração na ‘Operação Edmundo’, Djalminha, Edílson ‘Capetinha’ e Giovanni, ex-Santos, que na época defendia o Barcelona, se tornam os nomes preferidos de Eurico Miranda para vestir o emblemático número deixado pelo ídolo vascaíno.

As investidas não avançam e quem chega é Vágner, ex-Santos, vindo da Roma, da Itália.

Para as laterais, o Vasco aposta no currículo para chegar ao título. Vítor e Ronaldo Luís, campeões da Libertadores pelo São Paulo em 92 e 93, chegam para engrossar o flanco cruzmaltino.

Pronto, estava montado o esquadrão vascaíno que conquistaria a América e eternizaria aquele 26 de agosto como um dos dias mais felizes da história de uma geração apaixonada pelo clube.

Donizete, Luizão e Pedrinho comemoram um dos gols do Vasco na campanha (Foto: Agência Globo)

Donizete, Luizão e Pedrinho comemoram um dos gols do Vasco na campanha (Foto: Agência Globo)

ELENCO DO VASCO NA LIBERTADORES 98
*Ao lado, o número de jogos e gols na competição daquele ano

GOLEIROS

Carlos Germano – 11 jogos
Márcio – 1 jogo
Caetano – 2 jogos

LATERAIS

Vítor – 10 jogos e 0 gols
Maricá – 5 jogos e 0 gols
Fillipe Alvim – 1 jogo e 0 gols
Felipe – 14 jogos e 0 gols (o único a jogar todas as partidas)
Ronaldo Luís – 2 jogos e 0 gols

ZAGUEIROS

Mauro Galvão – 13 jogos e 0 gols
Odvan – 11 jogos e 0 gols
Alex Pinho – 8 jogos e 0 gols
Géder – 2 jogos e 0 gols

VOLANTES

Luisinho – 11 jogos e 0 gols
Nasa – 12 jogos e 0 gols
Válber – 6 jogos e 0 gols
Nélson – 5 jogos e 0 gols
Fabrício Eduardo – 5 jogos e 0 gols
Fabiano Eller – 1 jogo e 0 gols

APOIADORES

Juninho – 7 jogos e 1 gol
Pedrinho – 13 jogos e 2 gols
Ramón – 11 jogos e 1 gol
Richardson – 4 jogos e 1 gol
Vágner (atuou como lateral direito nas finais) – 6 jogos e 0 gols

ATACANTES

Donizete – 13 jogos e 5 gols
Luizão – 13 jogos e 7 gols
Mauricinho – 2 jogos e 0 gols
Sorato – 1 jogo e 0 gols
Luís Cláudio – 1 jogo e 0 gols

TÉCNICO

Antônio Lopes

Em pé: Vítor, Nasa, Germano, Vágner, Alex, Mauro Galvão, Válber, Odvan e Márcio; Agachados: Luizão, Mauricinho, Luisinho, Pedrinho, Nélson, Felipe, Juninho e Ramón

Em pé: Vítor, Nasa, Germano, Vágner, Alex, Mauro Galvão, Válber, Odvan e Márcio; Agachados: Luizão, Mauricinho, Luisinho, Pedrinho, Nélson, Felipe, Juninho e Ramón



  • JC

    Teremos hoje Flamengo x Vasco para decidir quem fica na Copa Brasil. Antes do jogo haverá uma preleção do Pres Eurico Miranda aos atletas vascaínos, que levará seu filho para ouvir suas palavras. Pergunta: qual a importância do seu fiho nessa preleção? Qual o cargo que ele ocupa na diretoria ou qual a sua função em S Januário?

  • ODILON SILVA = RJ

    FORÇA VASCÃOOOOOOOOOOOOOO………………..GARRA VASCÃOOOOOOOOOOOOOOOO……………NADA PODE CONSTRANGER O VASCÃOOOOOOOOOOOOOOO…………PRA CIMA VASCÃOOOOOOOOOOOOOO………………….ACREDITA VASCÃOOOOOOOOOOOOOO…………..

    • Percy Santos

      retardado modesto

      • MODESTO PANGAREEEEEEEEEEEEEEEE

        SERIE BBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBB

        • Percy Santos

          MODESTO estrume

  • ODILON SILVA = RJ

    QUE O ESPIRITO GANHADOR DESSA LIBERTADORES ESTEJA VIVO NESSA NOITE NO MARACA…………..ACREDITA VASCÃOOOOOOOOOOOOOOOOOOO

    • Percy Santos

      esse monte de merda do MODESTO

      • MODESTO PANGAREEEEEEEEEEEEEEEE

        BBB SERIEW BBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBB

        • Percy Santos

          MODESTO merda

  • Percy Santos

    modesto bosta

  • Percy Santos

    Pô GARONE, até quando ficas deixando esse monte de merda do MODESTO emporcalhando a tua página?

    • MODESTO PANGAREEEEEEEEEEEEEEEE

      K CHORAAAAAA BBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBB

      • Percy Santos

        MODESTO merda

  • Percy Santos

    modesto viado

    • MODESTO PANGAREEEEEEEEEEEEEEEE

      BBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBBB

      • Percy Santos

        MODESTO baitola

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