17 anos de um gol que se perdeu na história



Donizete foi decisivo contra o River (Foto: Agência Globo)

Donizete foi decisivo contra o River (Foto: Agência Globo)

Se você perguntar para dez vascaínos qual o momento mais marcante da Libertadores de 98, dez lhe responderão que foi o gol de Juninho Pernambucano, contra o River Plate, no Monumental de Núñez. Na memória do torcedor, ali o Vasco se sagrou campeão, ao eliminar talvez o seu maior adversário da época na competição.

Os jogos contra o Barcelona, do Equador, ficarão marcados por serem a grande final. Os confrontos contra Grêmio e Cruzeiro, pela proximidade dos adversários. Já os mexicanos, uma força que sucumbiu a força cruz-maltina, principalmente em São Januário.

Mas uma partida, no meio de tanta história para se contar, acabou ofuscada. E não foi um duelo qualquer, foi o que garantiu ao Gigante a vantagem do empate contra os argentinos na semifinal.

No dia 16 de julho de 98, o Vasco entrou na Colina Sagrada com Carlos Germano, Vítor, Odvan, Mauro Galvão  e Felipe; Nasa, Luisinho, Ramon e Pedrinho; Donizete e Luizão, para enfrentar o River de Gallardo, Sorin e cia.

O gol de Donizete, aos 10 minutos de jogo, não foi tão bonito como o do Reizinho na Argentina, mas foi tão importante quanto. De canhota, de fora da área, num chute que não saiu tão forte, mas foi preciso, no canto esquerdo de Burgos.

Antes de entrar, ainda deu um leve toque na trave, como se agradecesse com um beijo o destino que lhe foi traçado. Caminho que seguiria até Guaiaquil.

O Pantera balançou as redes, a torcida e o coração do torcedor. Uma semana depois, Juninho consolidaria a vaga, seu nome na história e seu status de ídolo. Mas tudo graças ao gol salvador do camisa 7, que abriu caminho para que a nau vascaína navegasse pelo Rio da Prata com um pouco mais de tranquilidade.

FICHA DO JOGO

Vasco Da Gama 1 x 0 River Plate-ARG
Data: 16/07/1998
Taça Libertadores da América
Local : São Januário
Árbitro : Gustavo Mendez
Público : 14.599
Gols : Donizete (Vasco 10/1ºT)

Vasco – Carlos Germano, Vítor (Válber), Odvan, Mauro Galvão, Felipe, Nasa, Luisinho (Vagner), Ramón (Juninho), Pedrinho, Donizete e Luizão Técnico : Antônio Lopes

River Plate – Burgos, Hernan Diaz, Ayala (Sarabia), Berizzo, Placente, Escudero, Astrada, Sorin, Gallardo, Pizzi (Gomez) e Rambert (Angel) Técnico : Ramón Diaz

O GOL:



  • Marcos Vinícius

    Discordo. Se o Pantera não fizesse aquele gol,a partida terminaria 0x0. O 1×1 lá classificaria o Vasco do mesmo jeito. Sem,claro,desmerecer a importância do gol do Donizete.

    • Fred

      Não classificaria no tempo normal porque iria para os pênaltis. Em 1998 não tinha o desempate pelos gols marcados fora.

      O que o torcedor esquece mesmo é das quartas, quando o Pedrinho fez todos os gols do Vasco.

      Enfim, o gol do Juninho foi importante, como todos os outros.

  • ODILON SILVA = RJ

    Ate fez esse gol importante, agora jamais foi um jogador que se indentificasse com o VASCO, jamai foi pele vascaina, hoje em dia ele fala mais no botosfogo, seu filho joga nabase do flamerda, sem falar que tem um processo trabalhista contra o VASCO, onde ele alega que na época não pagaram ele………………………Sinceramente, não colocaria ele na galeria dos imortais vascainos.o JUNINHO sim, esse é pele vascaina, vem de familía.

  • ODILON SILVA = RJ

    Agora esquecer essa pantomina de lado direito, lado esquerdo, o importante é estar do lado do VASCO domingo, o maracana mudou seu estilo, então vamos para o maraca, o maraca sempre foi a casa dos vascainos, isso incomoda alguns, o VASCÃO é o único grande clube carioca que sempre teve dois estádios para jogar, São Janurio para jogos médios, maracana para grandes jogos, isso sempre despertou inveja, recalque, por isso que fazem de tudo para afastar o VASCO e os vascainos do maracanã.

  • Alexandre F.G.

    Todos esse gols tiveram sua importância… pena ter faltado pelo menos + 1 em Tóquio!

  • olha o time que a gente tinha!!! tirando o vitor, o resto só fera, e tinha no banco ainda o juninho, o Vagner, que saudade!!!

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