Clube português promove dispensa coletiva e causa revolta em sindicato



Rebaixado no Campeonato Português e com dificuldades financeiras, a tradicional Académica tomou uma atitude que está causando polêmica na Terrinha. A Briosa vai fazer um despedimento coletivo, e pretende desligar-se de oito atletas. O Sindicato dos Jogadores já demonstrou o seu repúdio.

O clube explicou que trata-se de uma questão de sobrevivência. A ideia inicial era manter os jogadores, mas com uma redução salarial, e nem todos aceitaram a situação. Segundo o comunicado, vai haver uma quebra de 75% das receitas, e o maior custo é justamente a folha salarial.

Académica voltou à Segunda Divisão (Foto: Francisco Leong / AFP)

Académica voltou à Segunda Divisão (Foto: Francisco Leong / AFP)

“Daí o desequilíbrio financeiro ser manifesto e impossibilitar a manutenção do mesmo número de jogadores no plantel e com a carga salarial assumida para um contexto de Primeira Divisão”, explicou o clube no comunicado.

O site Maisfutebol entrou em contato com Joaquim Evangelista, presidente do Sindicato de Jogadores, que mostrou-se bastante irritado com o despedimento coletivo. Ele disse que vai ter uma reunião com os dirigentes da Académica no próximo dia 28 de julho.

– A nossa posição é que isto é um abuso de poder. É inaceitável invocar o despedimento coletivo. Até mete em causa a fiscalização da Liga, visto que os clubes assinam contratos que não têm condições de pagar. Então um clube propõe um contrato a um jogador e depois se não atinge os objetivos recorre ao despedimento coletivo? Isto não faz qualquer sentido, é preciso colocarmo-nos no lugar do trabalhador – esbravejou o dirigente.



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