Fim de uma tranquila preparação para pegar o Chile. Seleção pronta?



Foram dois treinamentos com o grupo “completo” (termo entre aspas porque Neymar não veio). O Chile está às portas. É a chance que a Seleção Brasileira terá para mostrar que aprendeu as lições da Copa América sobre como se virar sem o camisa 10 e capitão.

Dunga esconde o jogo. Não diz se vai com Elias ou Fernandinho. Se será Marcelo ou Filipe Luis quem ocupará a lateral-esquerda. Faz o máximo para não entregar o ouro ao bandido.

O clima entre o grupo parece ser muito bom. A tranquilidade existe.

Na gelada Santiago, o Brasil não passou nem perto do famoso clima hostil de Eliminatórias. Vida mansa no hotel, que aos poucos vai enchendo de torcedores de verde e amarelo.

Nas saídas para os treinos, mais pedidos por fotos, por um aceno ou sorriso. Nas atividades, nada de xingamentos, provocações. Apenas o calor humano de cerca de uma centena que resolveu encarar o frio no estádio da Universidad Católica.

Mas é claro que no jogo não será assim. A pressão será enorme. O Chile vem com moral e o Brasil vai precisar de controle emocional e técnico, apesar da freguesia de La Roja.



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