João Paulo é mais uma vítima da péssima arbitragem carioca



Leonardo Garcia Cavaleiro. Esse nome vai ser lembrado pelo resto da vida do meia João Paulo. O árbitro que considerou a violenta entrada de Rildo como sendo apenas um lance de cartão amarelo é mais um exemplo do baixo nível técnico da arbitragem carioca. Profissionais sem pulso, nervosos em campo e sem a menor condição de trabalhar em um clássico são escolhidos a dedo por uma Federação que vem dando um banho no quesito organizar um campeonato sem o menor interesse.

Cavaleiro conseguiu perder o controle do jogo entre Botafogo e Vasco logo nos primeiros minutos. Acabou influenciando o desenrolar do jogo. Se lhe faltou coragem para dar o cartão vermelho a Rildo ou competência para perceber a gravidade do lance, só o mesmo pode explicar. Mas não vai. No Brasil o silêncio é o refúgio dos sopradores de apito que são protegidos das entrevistas como se nada tivessem a contar.

A última rodada da Taça Rio poderia ser uma espécie de suspiro para se mudar os rumos de um torneio que caminha para o fim sem ter chamado a atenção. Afinal de contas, todos os jogos valiam alguma coisa. Mesmo que pouco, se comparado a grandes competições. Porém, este domingo vai entrar para a história como o dia em que a arbitragem do Campeonato Carioca deu aos jogadores um passaporte para a violência. Afinal de contas, se Rildo não merecia um cartão amarelo, quem mais merece?

Há quem vá dizer que o cartão do Rildo será revisto. A cor dele vai ficar mais vermelho do que o rosto envergonhado do torcedor do Rio de Janeiro quando alguém fala de seu Estadual. Mas a cor do cartão agora não vai mudar o fato de que o clássico foi disputado 11 contra 11 quando o correto seria 11 contra 10. O pior é que isso não mexe na vida do Botafogo, que se classificou para as semifinais mesmo sem conseguir apresentar um bom futebol. Mais um reflexo da incompetência da Ferj, que anda na velocidade de jatinho. Já a evolução da sua arbitragem, continua apenas trotando, como um péssimo cavaleiro.



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