É preciso calma para não repetir erros do passado



As atuações do Botafogo no clássico contra o Vasco e no empate contra o Avaí em nada lembraram o time que vinha brilhando na Copa Libertadores. Mas, na verdade, elas não pedem uma análise simples. Muito pelo contrário: exigem um raciocínio amplo e que aborde vários quesitos como: promessa e entrega e expectativa e realidade. A queda de produção envolve vários fatores e que precisam ser levados em consideração para que erros do passado, que custaram muito caro, não sejam repetidos.

A ressaca de uma eliminação como foi na Libertadores, onde uma história bonita foi escrita, é natural e esperada, mas acabou sendo esquecida por conta da vitória diante do Coritiba, poucos dias depois. A derrota para o Vitória deve ser tratada como um acidente, assim como, na mesma balança entram os gols no fim contra Avaí e Chapecoense. A verdade é que o Botafogo perdeu a pegada, mas não está em crise. Até porque, está na zona de classificação para a Copa Libertadores.

O elenco do Botafogo está sendo vítima por ter atentado contra a lei da expectativa x realidade, que neste caso, aparece invertida em relação a outros grupos, como os de Flamengo e Atlético-MG, por exemplo, que prometiam muito e entregaram pouco. O plantel alvinegro, e olha que estou falando daquele do início do ano, com Camilo, Montillo e Roger, nunca foi tratado como um dos melhores ou que poderia ir longe, por exemplo, na Libertadores. Mas foi.

Mesmo assim o Botafogo sempre lutou. Hoje o time sente o desgaste da maratona que foi esse ano. Mas logicamente que isso pode ser solucionado. A vontade vai crescer, mas ela precisa ser recolocada por Jair Ventura por meio dos planos para o futuro e não por uma cobrança exagerada. O que não se pode fazer é jogar o trabalho e o projeto Libertadores fora com protestos que não fazem tanto sentido. No passado os destemperos de dirigentes geraram danos profundos e isso não pode se repetir. Que se olhe para o futuro, mas sem esquecer o passado.



  • Jorge Luis

    Com o fraquíssimo Jair e sua péssima Comissão Técnica só nos resta torcer por mais uma vitória nos próximos 9 jogos para fugir de vez do rebaixamento, um ano péssimo marcado por um técnico fraquíssimo que não faz variação de posições, não tira nunca o horroroso João Paulo e não testa outros atletas na equipe, não coloca nunca o Bruno Silva como segundo volante ao lado do Lindoso, prefere escancarar a defesa colocando o péssimo João Paulo ali no segundo tempo como fez no segundo tempo de ontem contra o fraco Avaí, o time do pior ataque do campeonato conseguiu fazer 3 gols em nossa escancarada defesa, assim como o Jair fez contra o Vitória, Vasco e Ponte Preta somente neste segundo turno. Não testa o Gilson ao lado do Marcus Vinicius, e muito menos testa um ataque mais veloz com o Guilherme e o Pimpão. Prefere sempre manter o mesmo esquema e continua tropeçando nas próprias decisões. Não chegamos em nenhuma decisão este ano, e não iremos nem disputar a Libertadores ano que vem, prevejo terminarmos o ano entre o oitavo e o décimo lugar, ou seja, um ano totalmente perdido por uma péssima decisão da Diretoria em manter um técnico fraco, inexperiente e que nunca aprende com os próprios erros. Saudações lamentáveis e Gloriosas Botafoguenses, pois alvinegras e preto e brancas existem várias.

  • JRJRJRJRJJRJRJRJRJRJRJ

    MANSEL JA ESTOU ACOSTUMADO. SEM DESAFIO NAO SE GANHA UM TITULO. FOGAO VAI VENCE A LIBERTADORES 2018. BOLA PRA FRENTE Q SEGUNDA TEM VITORIA EM CASA. FOGAO NAS ALTURAS.
    VAMU VAMU VAMU BOTAFOGO
    CLUBE Q O MAIS TRADICIONAL
    VOU TI VER CAMPEAO DENOVO
    VOU TI APOIAR ATE O FINAL
    FOOOOOOOOOOOOOGOOOOOOOOOOOOOOOFOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOGOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOFOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOGOOOOOOOOOFOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOGOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO FOSTE HEROI EM CADA JOGO.
    BOTAFOGO SUA ESTRELA SOLITARIA ME CONDUZ…

  • Etienes R

    Só não concordo com o termo acidente para gols tomados nos últimos minutos; é fruto de ação; tanto quando tomamos a virada do São Paulinho e do Vitória e nesse caso foi DESCONCENTRAÇÃO e estratégia errada do treinador; também nos jogos contra a Chape e ontem vimos PERSITENCIA até o apito final. Logo, acidente não foi.

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